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domingo, 1 de setembro de 2013

Empreendimentos para o Cirandas Pernambuco.



Boa tarde a todas e todos.

Estamos neste momento (UNEES) encerrando a nossa parte com o trabalho de incentivo a participação de Empreendimentos no Cirandas.net ( http://cirandas.net/fbes/o-que-e-o-cirandas ), como "cirandeiros/FBES"  esperamos ter dado o melhor de nossa parte, já que este trabalho de incentivo era para ser do FES-PE como um todo.

Dia 09 é a data final, o funcionamento dos sites no Cirandas.net  o FBES dará através de vídeo aulas que já encontra-se disponível na pagina do mesmo, o FES-PE terá que enviar o nome e os dados dos que querem participar.
O FBES prepara os sites e encaminha tudo para os empreendimentos em um mês mais ou menos.

Veja no link abaixo

Mata Sul:
Ficou de enviar os nomes dos empreendimentos (Sandra Leoni), caso tenha os empreendimentos que faça na reunião do dia 03 /09 em Palmares diretamente com a Coordenação Executiva.

Sertão
- O Cafe com Arte (Petrolândia) que pediu já tem e não tinha aberto ainda.
- A Rede de Mulheres do Pajeú (Afogados da Ingazeira) também já tem só faltava a senha de acesso.
Em ambos o caso já foi encaminhado o pedido da senha.

Metropolitana:
1 - Artes do Sonho - Paulista
2 - Amarte - Recife
3 - Maracatu Pinguim - Araçoiaba
4 - Associação Curado Artes - Jaboatão
5 - Mulheres de Art - Jaboatão
6 - Rede de Mulheres Economia Solidaria e Feminismo  (Coord. Guayi)
7 - ESCOES - Recife

ACAAPE também pediu só que a ACAAPE esta como assessoria e o FBES só aceita empreendimentos.(Para a Coordenação decidir).

Mata Norte e Agreste:
Não se manifestaram até a presente data.

Até o dia 08 ou 09 de setembro o FES-PE deverá encaminhar de acordo com o que ficar decidido na reunião em Palmares no dia 03/09.

Lembrando que em todos os caso o e-mail é obrigatório para a abertura do Site.

 
 
Artur Melo

quarta-feira, 1 de maio de 2013

Tenha uma loja virtual no CIRANDAS - 100% grátis.




Boa noite companheiras e companheiros empreendedoras e empreendedores solidários.

Tenha uma loja virtual 100% gratis (sem adesão, hospedagem, taxas, nada, nada, nada mesmo). Basta aderir ao cirandas.net. Basta encaminhar um simples pedido para a Coordenação do Fórum de Economia Popular Solidária de Pernambuco ou para a coordenação da sua região.

O prazo final é 10/05 de 2013

Basta informar:
1 - Nome do Empreendimento
2 - Sigla ou Nome Fantasia do Empreendimento
3 - Cidade e Estado
4 - 1ª pessoa de contato ( Nome completo, e-mail e telefones para contatos)
5 - 2ª Pessoa de contato ( Nome completo, e-mail e telefones para contatos)

Vejam no Link abaixo a loja virtual do Art Gravatá da cidade de Gravatá em Pernambuco para ter uma ideia de como funciona.

http://cirandas.net/catalog/art-gravata

Mais informações, veja no link abaixo.  

Artur Melo
81.99496126
artur_artana@yahoo.com.br
unees_pe@rocketmail.com


sexta-feira, 1 de fevereiro de 2013

Quais empreendimentos solidários querem um site gratuito para seu coletivo na internet?



Olá amigas/os de  Pernambuco e demais estados,

    Será que a Plenária não pode ser o momento para Pernambuco  finalizar a indicação dos empreendimentos do seu estado que estão interessados em ter um site no Cirandas?

    Lembrando:

       --> não é necessário entender o que é o Cirandas para ter uma página do empreendimento no Cirandas. A pergunta importante é: quais empreendimentos solidários querem um site gratuito para seu coletivo na internet?

       --> depois que o fórum estadual envia a lista de empreendimentos para entrar no cirandas, cada empreendimento vai receber um código de ativação e instruções para abrir sua conta, que pode usar quando quiser, e pode pedir ajuda para telecentros ou entidades para fazer isso. Por isso não é preciso conhecer o cirandas para querer um site

       --> tendo um site no cirandas, o empreendimento fica facilmente encontrável no google, facebook e twitter. Sabe-se que um empreendimento no Cirandas faz o nome do empreendimento aparecer em primeiro a quinto lugar nas buscas da internet! Quer testar? Digite o seguinte no google: "art-gravata" fica em segundo lugar: http://cirandas.net/catalog/art-gravata !!

       --> tendo um site no cirandas, o empreendimento pode mostrar para o mundo sua históriaseus produtos, e além disso ter uma vitrine para receber pedidos pela internet! Também pode colocar o seu preço aberto, mostrar a composição de preço, e fazer muitas outras coisas.

       Para mais informações, acesse:
http://cirandas.net/fbes/blog/fbes-abre-o-cirandas-para-cadastro-de-novos-empreendimentos

       Também nos colocamos à disposição para dúvidas e sugestões!

             Abraços,

                     daniel

sábado, 26 de janeiro de 2013

Coordenação Executiva do FBES amplia prazo para entrada de empreendimentos no Cirandas




23 de janeiro de 2013
Fonte: Por EITA e FBES
Image
O Fórum Brasileiro de Economia Solidária ampliou o prazo para os Fóruns Estaduais indicarem novos empreendimentos para Cirandas: até dia 10 de maio de 2013. O Cirandas é um sistema onde cada empreendimento da economia solidária pode ter sua página na internet, mostrando seus produtos, sua história e permitindo estar em contato com outros empreendimentos e com pessoas que buscam um consumo responsável.
Para o Fórum Estadual indicar empreendimentos é fácil:
A partir de uma reunião do Fórum Estadual se preenche uma planilha com os dados dos novos empreendimentos. Acesse a planilha aqui: http://e.eita.org.br/planilha A partir desta planilha preenchida, o Fórum Estadual deve preencher um formulário simples, onde a planilha será anexada e enviada diretamente ao FBES. Para acessar o formulário:http://e.eita.org.br/chamadacirandas2012
Enviando o formulário, conforme as orientações que estão na própria página do formulário, já será possível criar as páginas dos empreendimentos indicados no Cirandas.
Em um mês, os empreendimentos indicados pelo Fórum Estadual já estarão com suas páginas na internet, no CIRANDAS!
Enviaremos um e-mail para o empreendimento informando as orientações para começar a usar a página e um código de ativação. Também comunicaremos o Fórum Estadual por e-mail sobre a conclusão das páginas dos empreendimentos indicados. Por isto, é muito importante que os e-mails informados no formulário sejam válidos e verificados constantemente, pois serão uma forma de contato muito importante.
Viram?! É muito fácil para os empreendimentos da economia solidária terem sua página na internet!
E, ter mais empreendimentos no Cirandas é ampliar as possibilidades econômicas e de contatos dos empreendimentos da economia solidária.
Para saber mais informações, acesse: http://e.eita.org.br/cirandas
Coordenação Executiva do FBES


terça-feira, 2 de agosto de 2011

Conheça o CIRANDAS

O Cirandas é uma iniciativa do FBES - Fórum Brasileiro de Economia Solidária - que tem como objetivo oferecer ferramentas na internet para promover a articulação econômica, social e política de quem gosta da Economia Solidária ou vive dela. Seus principais objetivos são: potencializar o fluxo de saberes, produtos e serviços da Economia Solidária; oferecer ferramentas para a constituição de consolidação de redes e cadeias solidárias; ser um espaço de divulgação da economia solidária e de busca de seus produtos e serviços para consumidores individuais e coletivos (públicos, privados e grupos de consumidores) e permitir a interação entre vários atores em comunidades virtuais e espaços territoriais, temáticos e econômicos.

Se o seu empreendimento estiver mapeado pelo SIES/MTE no mapeamento 2005/2007, e queira aprender a usar o Cirandas, em Pernambuco procure: Artur Melo (Artana e Cia/UNEES) artur_melo@yahoo.com.br  ou Sõnia Leal (AMNE Cidadania) amenecidadania@yahoo.com.br 


Viste o Cirandas:      http://cirandas.net/

domingo, 29 de maio de 2011

Uma Leitura Sobre os Posicionamentos do Movimento de Economia Solidária a Respeito do PL865

Grupo Loucas de Pedra Lilás 
por daniel tygel em 25 de maio de 2011
Fonte: http://cirandas.net/dtygel/blog/uma-leitura-sobre-os-posicionamentos-do-movimento-de-economia-solidaria-a-respeito-do-pl865

Recebi hoje pela manhã uma mensagem dos amigos Ary e Rosinha, perguntando-me as razões do posicionamento do movimento de Economia Solidária sobre o PL 865, em todo o Brasil. Fiz então uma resposta para contribuir com o debate, e decidi publicizá-la aqui (com a autorização de ambos). Fiquem a vontade para divulgar e adicionar comentários, críticas e novas perguntas.



Pergunta de Ary e Rosinha (25/05/2011)

"Querido Daniel,

Espero que estejas bem e na luta como sempre.

Recebemos por outra lista este lindo e inspirador texto que vc "canalizou".

Estamos tentando provocar um debate no nosso movimento sobre esta questão, a princípio em Prout reconhecemos a importância e validamos os empreendimentos por conta própria e empreendimentos familiares numa economia tri-dimensional, conforme Sarkar definiu. A pergunta seria: Nós deveríamos ou não estar próximo deste segmento para ajudá-los a se organizarem e caminharmos tod@s junt@s rumo ao nosso sonho?

Hoje, até Cuba já está reconhecendo este segmento e a sua importância para o bem estar da sociedade. Por que não estarmos juntos até conseguirmos realizar o nosso sonho de um Ministério da ES?

Na atual conjuntura este segmento está sendo hegemonizado pelos capitalistas, Por que não disputamos? Estes seres humanos precisam conhecer a beleza e a generosidade do nosso sonho, como vc tão bem expressou neste texto. Por que, não fazermos alianças? E libertá-los da prisão do lucro e da ganância, através dos princípios e valores da ES.

Meu querido irmão de caminhada, as dúvidas assaltam nosso espírito, temos poucas certezas e muitas dúvidas quanto a este debate. Mas, certamente a Conciência Cósmica, nos orientará no melhor para a humanidade.

Em divina amizade,

Ary e Rosinha"


Resposta e contribuição ao debate

Queridos Ary e Rosinha,

Em anexo estou mandando a vocês um documento com o conjunto de manifestações de fóruns e coletivos até o momento, e também o documento com a proposta que elaboramos da Secretaria Especial de Economia Solidária, que vc ajudou a construir. Também sugiro fortemente a leitura e assinatura da crônica "conversa de mulheres - crônica sobre ES e casamentos 'Arranjados'"

Escrevo abaixo algumas considerações e ponderações para ajudar no debate. Espero que ajude vocês nas reflexões e junto a seus pares e nos espaços em que vocês atuam:

1. Em nenhum momento, em nenhuma carta, em nenhuma manifestação, o movimento de ES está se colocando contra os pequenos negócios que estão hoje no que chamamos de economia popular: mercearias, mercadinhos, ambulantes, agricultoras/es familiares e/ou agroecológicos, artesãs e artesãos, negócios familiares, etc. Não é este o problema, e uma leitura deste tipo me parece equivocada. Assista aos vídeos da audiência pública nacional, e vc vai ver que, das falas dos 18 estados, a maioria, se não todas, falavam "não somos contra os microempresários, pelo contrário, temos muitas alianças a fazer!"

2. Há centenas de ações e programas direta ou indiretamente de economia solidária em 20 ministérios no governo federal. Leis e projetos de lei em dezenas de municípios e governos estaduais. Centenas de ações em governos municipais e estaduais. A secretaria especial de micro e pequena empresa será mais um destes espaços. Com certeza, temos que negociar lá ações e programas para a economia solidária, assim como já negociamos em outros espaços.

3. Ficamos muito mais "em casa" se a política de Economia Solidária estiver junto com políticas como as territoriais (da paz, da cidadania, da pesca), as de agroecologia, de mulheres, de povos e comunidades tradicionais, de agricultura familiar, de cultura livre e pontos de cultura, de soberania alimentar e nutricional, de alimentação saudável, de educação popular, de meio-ambiente, de agroextrativismo, de tecnologia social, de saúde mental, etc....

4. O nosso questionamento, que tem sido algumas vezes deslegitimado e desvirtuado, infelizmente, por causa de interesses que não são os do debate, mas sim de cargos e casuísmos, não é, portanto, com os pequenos negócios. Pelo contrário, amiga e amigo: acreditamos que a Economia Solidária tem um papel fundamental na organização da economia popular nos territórios, e também papel em outras áreas como nas finanças, nas políticas de desenvolvimento territorial, em processos de combate à miséria, no consumo responsável e na cultura da cooperação.

5. Qual o questionamento do movimento, então? Acho que o item do documento escrito por Ana e Diogo com contribuições para as audiências públicas do Nordeste ajuda a responder a esta pergunta: "O nosso questionamento é principalmente quanto à orientação política que hoje rege o campo das chamadas micro e pequenas empresas, que não são apenas os pequenos negócios não capitalistas, mas também são empresas com até 50 empregados! Sim, 50 empregados! A orientação política hoje das micro e pequenas empresas é ditada pelo "vença você mesmo", "você S/A", pela "competitividade", pelo individualismo e pela reafirmação de valores neoliberais e capitalistas, além de uma cultura de morte, que bem conhecemos e combatemos. Veja bem: se, por exemplo, propormos a mudança do nome da secretaria para "Secretaria Especial de Economia Solidária e Micro e Pequena Empresa", será a catástrofe da descaracterização: fóruns de MPE e ES, conselhos de MPE e ES, e então a ES ficará reduzida simplesmente a um aspecto meramente produtivista, identificado APENAS por ser "empreendimentos coletivos". A ES não é "empreendimentos coletivos", é muito mais que isso. Se fosse só isso, estaríamos alinhados à OCB, que tem a única função de defender a cooperativa e ponto final. A ES é um projeto de sociedade, uma escola para outros fundamentos sociais de organização da sociedade. Reduzi-la a um tipo de organização produtiva é o fim de um movimento social, econômico, cultural e político." (Documento de contribuição aos debates do Nordeste, de hoje também, de Ana e Diogo)

6. Vejam nossa proposta de Secretaria Especial de Economia Solidária, por exemplo: lá fizemos a seção "o desafio da organização da economia popular", e criamos, dentro da subsecretaria de desenvolvimento territorial, um departamento específico para os microempreendedores poderem se organizar. Notem que a proposta contempla, portanto, as microempresas como um dos atores no território, e a Economia Solidária como estratégia política para sua organização! Vejam o caso do Equador, vale a pena: o Equador cria uma secretaria de economia popular e solidária, e dentre os atores, pega os pequenos empreendimentos familiares e artesanais dentro da lógica do Bem Viver (Sumak Kawsay), da cooperação, do respeito ao meio ambiente! Fiz um texto sobre a lei de economia popular e solidária do Equador aqui, se quiser conferir: http://cirandas.net/dtygel/blog/a-lei-da-economia-popular-e-solidaria-do-equador-e-o-caso-do-brasil

7. Ou seja, o problema não é aliança com os pequenos. Isso temos sim que fazer, e há gente inclusive defendendo que este tema, junto com a territorialidade, seja discutido até mesmo na V Plenária da Economia Solidária! O problema é que os atores como CNI, SEBRAE e outros ideólogos da responsabilidade social empresarial e infelizmente do próprio governo federal tratam a questão como mais uma fronteira de avanço da lógica do atual sistema de egoísmo, individualismo, promoção da competição, e destruição das identidades locais!

8. Vejam que coisa linda está sendo esta afirmação da identidade da Economia Solidária! O governo está percebendo que não conhecia esta proposta, e está começando a desenhar até mesmo proposta de criação de um novo eixo temático no PPA, tudo isso graças à mobilização que o movimento está trazendo e à beleza das audiências públicas! A Secretaria Geral da Presidẽncia, na pessoa do Ministro Gilberto Carvalho, criou um GT de diálogo do movimento com a presidência que é permanente, e por isso vai além do PL 865. Além disso, apoiou a estratégia das Audiências Públicas Estaduais, dando tempo para que ocorram antes da relatoria do projeto na Comissão do Trabalho. No Congresso Nacional, temos uma comissão tripartite (SENAES, FBES e Frente Parlamentar de Economia Solidária) especialmente para tratar deste assunto. No dia 18 de maio, junto ao Grito da Terra, fizemos uma linda Ciranda na Esplanada!

9. Portanto, se for para a ES ir para este novo ministério para servir de vitrine de descaracterização da ES e ajudar a fortalecer uma lógica empresarial e patronal dos pequenos negócios, é o fim de tudo o que construímos até aqui nas políticas públicas! Não significa defender que fique no MTE, mas sim defender que acumulemos forças para enviar nosso PL da economia solidária na câmara e continuemos construindo por baixo, quem sabe uma secretaria especial de economia solidária, ou uma secretaria especial de desenvolvimento territorial, sustentável, diverso e solidário! É isso que é a economia solidária!

10. Infelizmente, a direção do Setorial do PT (certamente não é todo o setorial do PT, mas apenas algumas pessoas) não tem cumprido um bom papel neste processo, na minha opinião: está fazendo articulações de corredor, passando por cima de processos transparentes de diálogo e de construção coletiva e, o que é pior, tem sistematicamente deslegitimado as falas que vêm do movimento, desqualificando-as e dizendo que "não sabem o que querem", "são sectários", e tentando impor a sua posição ao movimento. Obviamente, o problema não é a posição em si, pois isso é parte da diversidade de opiniões, mas sim a forma como está sendo articulada ou construída: A principal lógica que está por trás é partidária, de cargos, pois o ministro seria do PT, e o ministro do MTE é do PDT. Ora, o movimento não é braço do PT, nem do PDT, nem de partido algum! E aposto que o próprio PT, pelos seus militantes, em suas bases, não concorda com o que estão colocando umas poucas pessoas nos corredores de Brasília, ou com a forma como estão articulando as coisas! Isso tem que ficar transparente, pois o debate seria muito, mas muito mais bonito e rico, se tivéssemos nas audiências públicas um jogo limpo, de respeito ao movimento, às pessoas que labutam no dia a dia fazendo a economia solidária. Esta manifestação está sendo muito linda, de baixo, e nunca a vimos antes. Se você visse a beleza que foi a audiência pública do dia 17, ou então a reunião interconselhos de ontem, com 400 conselheiras e conselheiros de dezenas de conselhos afirmando a Economia Solidária! Sim, conselheiros dos campos de saúde mental, catadores, quilombolas, mulheres, agroecologia, e tantos outros! É este campo de convergências que precisamos fortalecer, até mesmo para podermos chegar no ponto de força política para poder disputar com o modelo individualista e capitalista de desenvolvimento e assim conquistarmos os atores e atrizes da economia popular!

11. O processo de audiências públicas é uma estratégia ampla de diálogo, muito bonita, que está permitindo visibilizar propostas importantes da economia solidária e sua identidade, como o PL da Economia Solidária, a proposta de secretaria especial de economia solidária, e as resoluções da II CONAES. O próprio conselho, anteontem, tirou uma resolução muito boa, manifestando seu descontentamento com a forma como o PL 865 foi colocado, e perguntando à presidência: "quais são as justificativas para a presidência propor a ida da ES para junto da secretaria de MPE, se isso não foi deliberado em nenhuma resolução do conselho nem de nenhuma conferência?". Veja o quadro de Audiências marcadas nos estados: http://cirandas.net/fbes/quadro-de-mobilizacoes-nos-estados-sobre-politica-de-economia-solidaria-e-o-pl-865

São alguns elementos que coloco, meio no apressadilho, deste belo momento em que estamos vivendo. Estamos mostrando uma identidade aliada com os movimentos pela transformação social, que choram com o assassinato de Cláudio e Maria, e com as ameaças diretas que vivemos e sentimos no código florestal.

Vamos dialogar, vamos debater! Tudo o que o FBES quer, tudo o que o movimento quer, é o diálogo franco e aberto, e o respeito aos processos coletivos e à base. Viva a democracia!

Um abraço, com carinho e amizade,

daniel

quarta-feira, 13 de abril de 2011

Oficinas do Cirandas e de Fluxos de Comercialização no Nordeste - Carpina - Pernambuco.


Foi realizada nos dias 11 e 12 de abril na Cidade de Carpina na Mata Norte do Estado de Pernambuco as Oficinas do Cirandas e de Fluxos de Comercialização no Nordeste. Estiveram presentes Educadores Em Econmia Solidária de todos os estados do nordeste. Estas oficinas tiveram como objetivo preparar Educadores Popular ligados aos coletivos estaduais em Economia Solidária para prepararem os empreendimentos economicos solidários a utilizarem suas paginas no cirandas.net, uma ferramenta virtual de grande importancia onde estes Empreendimentos Economicos Solidários poderão montar gratuitamente tudo que acharem necessario em suas paginas (Fotos, fotos de produtos, preços, locais de venda, etc), uma verdadeira loja virtual. 
O Cirandas é uma iniciativa do FBES - Fórum Brasileiro de Economia Solidária - que tem como objetivo oferecer ferramentas na internet para promover a articulação econômica, social e política de quem gosta da Economia Solidária ou vive dela. Seus principais objetivos são: potencializar o fluxo de saberes, produtos e serviços da Economia Solidária; oferecer ferramentas para a constituição de consolidação de redes e cadeias solidárias; ser um espaço de divulgação da economia solidária e de busca de seus produtos e serviços para consumidores individuais e coletivos (públicos, privados e grupos de consumidores) e permitir a interação entre vários atores em comunidades virtuais e espaços territoriais, temáticos e econômicos.

sábado, 19 de março de 2011

OFICINAS PONTOS DE APOIO CIRANDAS: Informações

De: daniel tygel
Assunto: [e_solidaria] OFICINAS PONTOS DE APOIO CIRANDAS: Informações
Para: "lista e_solidaria"
Data: Sábado, 19 de Março de 2011, 10:21

Olá amigas e amigos,

esta mensagem é para esclarecer algumas dúvidas que estão se repetindo a respeito da oficina CIRANDAS, que será realizada nas 5 regiões do país.

Aproveito para responder também a outras perguntas comuns sobre o Cirandas e os Pontos de Apoio Cirandas:

Perguntas:
1. De quem é esta iniciativa de realizar as oficinas?
2. Quem indica os participantes para cada oficina regional Cirandas?
3. Quais são os critérios para a seleção?
4. Quero participar da oficina: Onde eu encontro e para quem eu devo enviar a Ficha de inscrição?
5. Será recebido um certificado?
6. Mas o que é um Ponto de Apoio Cirandas? Para que serve?
7. E depois de formar 10 empreendimentos, o Ponto de Apoio pode formar mais empreendimentos?
8. E os empreendimentos que não estão no Cirandas, podem ser formados pelo Ponto de Apoio Cirandas?
9. Quais são os critérios para ser um empreendimento de economia solidária e poder entrar no Cirandas?
10. Um Ponto de Apoio Cirandas pode criar outros Pontos de Apoio Cirandas?
11. O Cirandas é só um lugar em que o empreendimento solidário pode ter um site gratuito?
12. Só pode participar do Cirandas quem é empreendimento solidário?
13. Onde encontro ajuda para aprender sozinho/a a usar o Cirandas?
14. Como posso ajudar a melhorar o Cirandas?
15. Quem financia o Cirandas?

Respostas:
1. De quem é esta iniciativa de realizar as oficinas?
Trata-se de um projeto em parceria entre Ibase e os CFES Nacional e Regionais, que tem como um de seus objetivos fortalecer a estratégia do FBES de criação dos Pontos de Apoio Cirandas.

2. Quem indica os participantes para cada oficina regional Cirandas?
As/os participantes das oficinas regionais não são indicados! Existe uma ficha de inscrição e critérios, que serão utilizados para que a seleção seja realizada. Isso significa que não é suficiente cada Fórum indicar quem deve participar, já que não é uma oficina de representação política, e sim de construção dos Pontos de Apoio Cirandas. Cada Fórum pode, portanto, enviar mais fichas do que a quantidade de vagas.

O apoio de fóruns é um dos critérios de seleção importante. Portanto, se você está interessado/a em se inscrever e participar da oficina regional em sua região, é aconselhável dialogar com o Fórum Local mais próximo de você. Os contatos dos Fóruns encontram-se aqui:
www.fbes.org.br/foruns

3. Quais são os critérios para a seleção?

* Saber usar bem computadores e internet;
* Ser referenciado por algum fórum municipal, microrregional ou estadual de Economia Solidária;
* Ter condições de oferecer formação a empreendimentos, ou seja, ter como arrumar uma sala com computadores conectados à internet para o seu curso;
* Indicar os 10 empreendimentos que serão formados ou a estratégia que vai usar para conseguir identificá-los;
* Assinar um termo comprometendo-se a formar, pelo menos, 10 empreendimentos solidários que têm site no Cirandas em até 6 meses a partir da oficina regional.

4. Quero participar da oficina: Onde eu encontro e para quem eu devo enviar a Ficha de inscrição?
A ficha de inscrição está aqui:
http://tinyurl.com/oficinapontoapoiocirandas

Esta ficha de inscrição deve ser entregue para os CFES Regionais nos e-mails abaixo:

Encontro Centro-Oeste (inscrições encerradas!):

* 21 e 22 de março, em Goiânia/GO

Encontro Sudeste:

* 01 e 02 de abril, em Belo Horizonte/MG
* Enviar ficha de inscrição CIRANDAS para Roseny Almeida: ralmeida@marista.edu.br
* Consultar a Roseny Almeida sobre o prazo limite de inscrição!

Encontro Sul:

* 07 e 08 de abril, em Porto Alegre/RS
* Enviar ficha de inscrição CIRANDAS para Aline Mendonça: alinemen@unisinos.br
* Consultar a Aline Mendonça sobre o prazo limite de inscrição!

Encontro Nordeste:

* 11 e 12 de abril, em Recife ou Olinda/PE
* Enviar ficha de inscrição CIRANDAS para Marco Levay: marcolevay@yahoo.com.br
* Consultar o Marco Levay sobre o prazo limite de inscrição!

Encontro Norte:

* 14 e 15 de abril, em Belém/PA
* Enviar ficha de inscrição CIRANDAS para Bárbara Espínola: cfesnorte@gmail.com
* Consultar a Bárbara Espínola sobre o prazo limite de inscrição!

5. Será recebido um certificado?
Sim, um certificado comprovando que a pessoa é um Ponto de Apoio Cirandas será entregue assim que a pessoa efetivamente formar 10 empreendimentos solidários e estes tiverem ativado e atualizado seus sites no Cirandas.

6. Mas o que é um Ponto de Apoio Cirandas? Para que serve?
O Ponto de Apoio Cirandas pode ser uma pessoa, telecentro, incubadora, empreendimento, escola, centro público ou qualquer outra organização que é reconhecida pelo FBES como tendo capacidade de formar empreendimentos no uso do Cirandas e especialmente na ativação de seu site no Cirandas.
Temos hoje 21.859 sites de empreendimentos solidários no Cirandas, mas a grande maioria está ainda desativada. O Ponto de Apoio Cirandas deve formar empreendimentos para que possam ativar seus sites e sejam capazes de, sozinhos, fazer alterações posteriormente.
O Ponto de Apoio Cirandas deve usar uma metodologia de formação aos empreendimentos que envolve a ativação do site, a inserção dos produtos e serviços, a inserção da história e pontos de venda, e a adição de fotos, imagens, logo, além da elaboração de um cartão de visitas simples para os integrantes do empreendimento utilizarem em suas ações econômicas.

7. E depois de formar 10 empreendimentos, o Ponto de Apoio pode formar mais empreendimentos?
Sim, a ideia é justamente essa: Quando um Ponto de Apoio Cirandas é habilitado, ele pode continuar realizando formações de empreendimentos para ativarem e construírem seus sites no Cirandas. Isso é o objetivo.

Inclusive, este Ponto de Apoio Cirandas pode elaborar PROJETOS para fazer a formação do maior número possível de empreendimentos solidários, em parceria com telecentros, com os fóruns de economia solidária, com incubadoras, com o governo ou outras parcerias. Também é possível que empreendimentos solidários se unam e contratem coletivamente um Ponto de Apoio Cirandas para ativarem e construírem seus sites no Cirandas.

8. E os empreendimentos que não estão no Cirandas, podem ser formados pelo Ponto de Apoio Cirandas?
Esta é uma questão importante: A Coordenação Nacional do FBES determinou, em 2008, que a validação de empreendimentos solidários no Cirandas só pode ser feita via mapeamento OU via os fóruns de economia solidária.

Acontece que hoje nenhum fórum (municipal, microrregional ou estadual) de economia solidária ainda fez sua proposta para a Coordenação Nacional para que possa se tornar um validador de empreendimentos solidários dentro do Cirandas. Seria muito bom se mais e mais fóruns de economia solidária começassem a construir seus métodos para validar empreendimentos solidários para eles entrarem no Cirandas. Senão, ficaremos para sempre dependendo dos mapeamentos, que só acontecem a cada 3 anos e que agora está atrasando mais de um ano.

9. Quais são os critérios para ser um empreendimento de economia solidária e poder entrar no Cirandas?
Os critérios são definidos pela IV Plenária Nacional de Economia Solidária, na seção sobre o que é um empreendimento. Estes critérios estão no relatório final da Plenária, disponível em: http://tinyurl.com/IV-Plenaria-Nacional-ES

10. Um Ponto de Apoio Cirandas pode criar outros Pontos de Apoio Cirandas?
Sim. Se um Ponto de Apoio Cirandas quiser fazer a formação de novos Pontos de Apoio Cirandas, deve entrar em contato com a Secretaria Executiva do FBES, para apresentar sua proposta, que precisará ser validada pela Coordenação Executiva do FBES. Por isso, é aconselhável que esta ação de multiplicação de Pontos de Apoio Cirandas seja feita em parceria ou por iniciativa de fóruns de economia solidária.

Aliás, qualquer organização pode formar novos Pontos de Apoio Cirandas, desde que validada pelo FBES.

11. O Cirandas é só um lugar em que o empreendimento solidário pode ter um site gratuito?
Não, o Cirandas é muito mais do que isso. É um sistema de informações para fortalecer a construção de redes e cadeias entre empreendimentos, e também permitir maior visibilidade para consumidores individuais, coletivos e institucionais. Trata-se, portanto, de uma rede social e econômica na internet. Para entender o que é o Cirandas e conhecer algumas novidades que vêm por aí, leia este texto:
http://cirandas.net/fbes/o-que-e-o-cirandas


12. Só pode participar do Cirandas quem é empreendimento solidário?
Não. O Cirandas é uma rede aberta e livre para entrada de quem quiser. Qualquer pessoa pode criar seu usuário, ter seu blog, galeria de imagens, mural de recados, bate-papo, e criar comunidades. Os empreendimentos solidários é que têm que ser validados para terem seu site no Cirandas, mas qualquer pessoa pode participar da rede social.

Há hoje mais de 3.500 usuários no Cirandas, e a cada dia, pelo menos 3 novas pessoas se registram!

13. Como faço para aprender a usar o Cirandas?
A comunidade de ajuda do Cirandas tem vídeo-aulas, dicas e um manual. Além disso, nesta comunidade é possível conversar, dar ideias e sugestões para melhoria do Cirandas. A página de ajuda do Cirandas é a seguinte:
www.cirandas.net/ajuda

14. Como posso ajudar a melhorar o Cirandas?
Tem muitas maneiras de ajudar a melhorar o Cirandas: ideias, melhoria de traduções, doação para fazer novas funcionalidades que ainda estão faltando, entre outras coisas. Uma coisa boa é se disponibilizar para dar ajuda virtual aos usuários do Cirandas, entrando na sala de bate-papo da comunidade de ajuda em horários definidos por semana.

Se quiser ajudar, por favor entre em contato com a Secretaria Executiva do FBES: 61-3965-3268 ou forum@fbes.org.br .

15. Quem financia o Cirandas?
O FBES começou o desenvolvimento do Cirandas em parceria com a Cooperativa COLIVRE, da Bahia, através da criação de um software que se chama NOOSFERO. Este software é livre, público e gratuito, e permite que muitos outros possam instalar ele e possam também ajudar a ele que melhore.

Assim, houve várias organizações que fizeram instalações específicas do Noosfero e com isso contribuíram com a sua melhoria, o que implicou numa melhoria também do Cirandas.

Alguns sites que usam o Noosfero, além do Cirandas, são:
www.pontoporponto.org.br
www.kliceo.com.br
www.dilmanarede.com.br
www.foradoeixo.org.br
www.softwarelivre.org

O FBES também fez 3 projetos, tendo como parceiras enquanto entidades proponentes a Cáritas Brasileira, o IMS e a Incubadora de ITCPs da UFBA. Estes projetos foram aprovados e financiados pela SENAES (Secretaria Nacional de Economia Solidária). Dois destes projetos foram para desenvolver funcionalidades do Cirandas, e o terceiro é o que está mantendo o servidor e a instalação do Cirandas no servidor. Destes três projetos, um já se encerrou, e os outros dois se encerram em abril (novas funcionalidades) e em agosto (manutenção do servidor). Doações e projetos são bem-vindos para que possamos continuar mantendo o Cirandas no ar!

Para mais informações, veja esta página dos parceiros e apoiadores:
http://noosfero.org/Site/SponsorsPtbr

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Espero que estas informações sejam úteis! Se tiver mais dúvidas, vá para a comunidade da AJUDA e coloque-a lá no "SOCORRO". www.cirandas.net/ajuda .

Abraços,

daniel tygel

-=-=-=-=-=-=-=-=-=-=-=-=-=-=-=-=-=-=-=-=
secretaria executiva do
Fórum Brasileiro de Economia Solidária
61-3965-3268 - forum@fbes.org.br

.

[link=http://www.recados-animados.com] [/link] [b]Mais recados? http://www.recados-animados.com[/b]

O Analfabeto Politico.

O Analfabeto Politico.
O pior analfabeto é o analfabeto político. Ele não ouve, não fala, nem participa dos acontecimentos políticos. Ele não sabe o custo de vida, o preço do feijão, do peixe, da farinha, do aluguel, do sapato e do remédio dependem das decisões políticas. O analfabeto político é tão burro que se orgulha e estufa o peito dizendo que odeia a política. Não sabe o imbecil que, da sua ignorância política, nasce a prostituta, o menor abandonado, e o pior de todos os bandidos, que é o político vigarista, pilantra, corrupto e lacaio das empresas nacionais e multinacionais. Bertold Brecht

RADIO ARTANA -Bom gosto e qualidade.