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terça-feira, 11 de outubro de 2011
terça-feira, 27 de setembro de 2011
Boletim I das ações para Sustentabilidade da VIII Bienal Internacional do Livro de Pernambuco
Car@s amig@s, estamos articulando algumas ações para minimizar os impactos gerados por este evento de grande porte !

Além disso, o evento aposta em uma forma lúdica com as intervenções dos palhaços ecoeducadores, circulando e interagindo com o público presente. Contamos ainda com a Recicleta, quemescla bicicleta com carroça, e recolhe com fins educativos os resíduos recicláveis da feira, e com o Carro Elétrico que expõe uma tecnologia limpa e sustentável para locomoção das pessoas. Peças cedidas gentilmente pela SEMAS - Secretaria de Meio Ambiente e Sustentabilidade de Pernambuco, para exposição na VIII Bienal Internacional do Livro de Pernambuco.
Outro destaque é a premiação dos stands com as melhores práticas sustentáveis que incluem critérios de avaliação que permeiam a cooperação com a gestão de resíduos gerados à utilização de papeis reciclados. A curadoria e avaliação será realizada pela SEMAM - Secretária de Meio Ambiente do Recife.
Os visitantes da Bienal ainda têm a opção de comer um alimento saudável e integral num dos stands no coração do evento, todo bioconstruído com bambu nativo e servindo gostosos lanches naturais e vegetarianos.
Na quarta feira dia 28, das 9 as 17 h, teremos um importante marco para o Estado com a realização do Seminário de Mobilização e Capacitação, promovido pelo Comitê Pernambucano para a Rio+20. As inscrições serão feitas no local e os participantes do evento, tem garantido também, sua entrada para a Bienal do Livro. O Evento acontece no auditório da Ribeira.
A coordenação da Sustentabilidade da Bienal, fica a cargo do Ambientalista e Gestor SocioAmbiental Thomas Enlazador e conta com o apoio de várias entidades governamentais, empresas e ongs.
Os eixos e as ações de sustentabilidade durante a VIII Bienal Internacional do Livro de Pernambuco incluem:
81-9708-2686 (Tim-Pe) Face Book (Thomas Enlazador)
http://www.iteia.org.br/textos/almanaque-de-praticas-sustentaveis
A VIII Bienal Internacional do Livro de Pernambuco adotou um modelo inovador para gestão dos resíduos gerados em eventos no estado de Pernambuco, replicando as ações bem sucedidas realizadas na Expoidea - 2010.
O GIRO - Gestão Integrada de Resíduos , que está atuando em todo período da Bienal, já encaminhou até o quarto dia de evento 1,5 toneladas de resíduos recicláveis para os parceiros da ARO - Associação de Recicladores de Olinda e 0,5 toneladas de resíduos orgânicos retirados da praça de alimentação para compostagem no Centro Ecopedagógico Bicho do Mato. A estimativa ao final do evento é de destinar corretamente mais de 5 toneladas entre orgânicos e recicláveis durante os 10 dias de Bienal.
O GIRO - Gestão Integrada de Resíduos , que está atuando em todo período da Bienal, já encaminhou até o quarto dia de evento 1,5 toneladas de resíduos recicláveis para os parceiros da ARO - Associação de Recicladores de Olinda e 0,5 toneladas de resíduos orgânicos retirados da praça de alimentação para compostagem no Centro Ecopedagógico Bicho do Mato. A estimativa ao final do evento é de destinar corretamente mais de 5 toneladas entre orgânicos e recicláveis durante os 10 dias de Bienal.

Além disso, o evento aposta em uma forma lúdica com as intervenções dos palhaços ecoeducadores, circulando e interagindo com o público presente. Contamos ainda com a Recicleta, quemescla bicicleta com carroça, e recolhe com fins educativos os resíduos recicláveis da feira, e com o Carro Elétrico que expõe uma tecnologia limpa e sustentável para locomoção das pessoas. Peças cedidas gentilmente pela SEMAS - Secretaria de Meio Ambiente e Sustentabilidade de Pernambuco, para exposição na VIII Bienal Internacional do Livro de Pernambuco.
Outro destaque é a premiação dos stands com as melhores práticas sustentáveis que incluem critérios de avaliação que permeiam a cooperação com a gestão de resíduos gerados à utilização de papeis reciclados. A curadoria e avaliação será realizada pela SEMAM - Secretária de Meio Ambiente do Recife.
Os visitantes da Bienal ainda têm a opção de comer um alimento saudável e integral num dos stands no coração do evento, todo bioconstruído com bambu nativo e servindo gostosos lanches naturais e vegetarianos.
Na quarta feira dia 28, das 9 as 17 h, teremos um importante marco para o Estado com a realização do Seminário de Mobilização e Capacitação, promovido pelo Comitê Pernambucano para a Rio+20. As inscrições serão feitas no local e os participantes do evento, tem garantido também, sua entrada para a Bienal do Livro. O Evento acontece no auditório da Ribeira.
A coordenação da Sustentabilidade da Bienal, fica a cargo do Ambientalista e Gestor SocioAmbiental Thomas Enlazador e conta com o apoio de várias entidades governamentais, empresas e ongs.
Os eixos e as ações de sustentabilidade durante a VIII Bienal Internacional do Livro de Pernambuco incluem:
![]() | |
| Recicleta |
- Giro
- Recicleta
- Carro Elétrico
- Catadores
- Ecoeducadores
- Restaurante Bioconstruído com alimentação sustentável
- Compostagem
- Oficinas Ecoeducativas
- Lançamentos de livros
- Espaço de integração Expoidea
- Certificados de Práticas Sustentáveis para Expositores
- Coleta de óleo de cozinha
- Manual do expositor sustentável
- Premiação de melhores práticas sustentáveis para expositores (standes)
- Projeto de Extensão - Parceria com a Universidade Salgado de Oliveira - UNIVERSO, em diagnóstico postural integrando tecnologia, meio ambiente e saúde.
- Exposição do projeto de mapeamento dos Baobás no Brasil.
- Patrocinador Oficial da Sustentabilidade na Bienal: SEMAS- Secretária de Meio Ambiente e Sustentabilidade de Pernambuco.
Thomas Enlazador
Educador Social e Gestor SócioEconômicoAmbiental
Centro Ecopedagógico Bicho do Mato
81-9708-2686 (Tim-Pe) Face Book (Thomas Enlazador)
http://www.iteia.org.br/textos/almanaque-de-praticas-sustentaveis
domingo, 25 de setembro de 2011
"Maior Usina Térmica do Mundo", ou seja, "A Usina Mais Suja do Mundo", em Suape, Pernambuco.
Fonte Jornal do Commercio - Pernambuco
ENERGIA
Os impactos de uma térmica suja
A bilionária Usina Termelétrica Suape III, do Grupo Bertin, vai jogar no céu pernambucano 24 mil toneladas de dióxido de carbono (CO2) por dia
Publicado em 15/09/2011, às 08h44
Em um único dia de funcionamento, a bilionária Usina Termelétrica Suape III, anunciada com pompa na última terça-feira pelo governo do Estado e a Star Energy, do Grupo Bertin, vai jogar no céu pernambucano 24 mil toneladas (t) de dióxido de carbono (CO2). Se funcionasse por um ano, sem parar, seriam 8 milhões de t de um dos gases causadores do efeito estufa. Ou o equivalente a um terço do que todo o setor elétrico do Brasil polui hoje. Mais que os R$ 2 bilhões em investimentos e os 500 empregos diretos que serão criados pelo empreendimento, foram esses os números que repercutiram ontem. E que suscitaram a pergunta: o povo pernambucano deve comemorar a chegada da "maior usina térmica do mundo"?
A estimativa de emissão de CO2 da Suape III foi realizada pelo professor de engenharia elétrica da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), Heitor Scalambrini, e pelo coordenador da Campanha de Energias Renováveis do Greenpeace Brasil, Ricardo Baitelo. Os dois chegaram ao mesmo resultado. O cálculo levou em conta dados da Agência Internacional de Energia, em que para cada 0,96 metro cúbico (m³) de óleo combustível consumido, 3,34 t de carbono são lançadas na atmosfera.
"Pernambuco ganhou a usina mais suja do mundo. E todos bateram palma. Os pernambucanos estão anestesiados por três expressões: progresso, geração de empregos e melhoria de renda. Mas é possível obter tudo isso de maneira mais decente do ponto de vista ambiental", opinou Scalambrini.
"Para efeitos de comparação, a emissão de mil gramas de CO2 por kilowatt/hora (kw/h) gerado por uma térmica como essa representa 100 vezes mais que a emissão de toda a cadeia produtiva de energia eólica, incluindo desde o processo de produção das torres, que usa componentes feitos de aço, passando pelo transporte das pás por caminhões abastecidos de óleo diesel, até o funcionamento dos empreendimentos", complementou Baitelo.
O diretor do Instituto Ilumina, organização não-governamental (ONG) que atua no setor elétrico, João Paulo Aguiar, acrescentou outro ponto negativo à discussão. "A construção de empreendimentos desse perfil é fruto da escolha catastrófica de transformar energia em uma commodity. Isso tornou a energia brasileira numa das mais caras do mundo. Um contrassenso em um País que possui a dádiva da geração hidrelétrica. E para garantir a segurança no abastecimento de Suape, não são necessários investimentos em uma térmica, mas melhorias nas linhas de transmissão", resumiu.
Professor do Instituto Alberto Luiz Coimbra de Pós-Graduação e Pesquisa de Engenharia (Coppe), da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), Roberto Schaeffer, trouxe a tona uma questão preocupante. "Seria impensável a construção de uma térmica de óleo combustível em São Paulo ou no Paraná. As empresas buscam justamente os Estados onde a legislação ambiental é mais frouxa".
O diretor do Instituto Ilumina, organização não-governamental (ONG) que atua no setor elétrico, João Paulo Aguiar, acrescentou outro ponto negativo à discussão. "A construção de empreendimentos desse perfil é fruto da escolha catastrófica de transformar energia em uma commodity. Isso tornou a energia brasileira numa das mais caras do mundo. Um contrassenso em um País que possui a dádiva da geração hidrelétrica. E para garantir a segurança no abastecimento de Suape, não são necessários investimentos em uma térmica, mas melhorias nas linhas de transmissão", resumiu.
Professor do Instituto Alberto Luiz Coimbra de Pós-Graduação e Pesquisa de Engenharia (Coppe), da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), Roberto Schaeffer, trouxe a tona uma questão preocupante. "Seria impensável a construção de uma térmica de óleo combustível em São Paulo ou no Paraná. As empresas buscam justamente os Estados onde a legislação ambiental é mais frouxa".
A ideia geral defendida por acadêmicos, ambientalistas e especialistas no setor elétrico é de que termelétricas, especialmente as que usam combustíveis fósseis (derivados de petróleo), não são mais necessárias. Os maiores exemplos vêm de países desenvolvidos. Na Alemanha, o plano para os próximos dez anos é desativar as usinas nucleares e dobrar a geração de energia renovável.
O pior é que o governo federal aponta um caminho inverso ao que começa a ser percorrido por Pernambuco. O Plano Decenal de Expansão de Energia, elaborado este ano pela Empresa de Pesquisa Energética (EPE), mostra que até 2020 a participação
de usinas eólicas, térmicas de biomassa e Pequenas Centrais Hidrelétricas (PCHs) vai dobrar, passando de 8% para 16%. O último leilão de energia, realizado mês passado, mostrou, inclusive, que a energia eólica é uma opção barata. O preço médio do Megawatt/hora (MW/h) foi de R$ 99,58. Muito abaixo dos R$ 146 pagos às térmicas de óleo combustível que venceram o leilão de 2008 e que agora começam a ser construídas, sendo a maior delas a polêmica Suape III.
O JC procurou, por meio de suas assessorias de imprensa, os secretários estaduais de Meio Ambiente, Sérgio Xavier, e Desenvolvimento Econômico, Geraldo Júlio, para apresentarem os argumentos do governo na discussão. Nenhum deles estava disponível.
quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011
Ipojuca: PIB per capita maior que o dos EUA e IDH menor que o do Sri Lanka
Colaboração: Dilce Maria Alves Feitosa (Camaragibe - PE).

Esse é um bom debate para a Economia Solidária, pois que modelo é esse que não leva em conta nem o povo nem o meio ambiente? Faço parte de um grupo de ambientalistas que está fazendo um levantamento dos problemas ambientais de Pernambuco. Como os problemas maiores ou os mais visíveis são os de Suape, os dossiês que têm saido são de arrepiar qualquer pessoa mais sensível aos problemas ambientais ou aos direitos humanos. Pernambuco tem uma Política de Enfrentamento as Mudanças Climáticas e um Plano Estadual de Enfrentamento as Mudanças Climáticas, pois bem, nem a Política nem o Plano dá alguma idéia de como Pernambuco fará para recuperar a área, nem aponta como incluir os moradores que hoje estão excluidos por conta do desenvolvimentismo do polo Suape. Ao contrário, o Plano aponta para muitos absurdos se for lido nas entrelinhas. Para termos uma idéia: O Polo gesseiro hoje, está com problemas de funcionamento porque desmatou toda a caatinga usando a lenha, sabe qual a grande solução encontrada para o problema? A solução é de uma contradição tão grande que seria cômico se não fosse tão trágico: Plantar uma floresta de eucalipto, e ainda com a desculpa mais hipocrita do mundo, o povo da região não poderá sobreviver sem o polo gesseiro, e quando dizemos que não existe apenas a energia fossil, que eles poderiam usar a energia solar, eles não respondem e mudam de assunto. Eles, as transnacionais e algumas empresas nacionais, destruiram outros países e até outras regiões do Brasil, e agora estão vindo com toda força para Pernambuco, onde estão tendo os maiores incentivos. E como estamos nós diante de tudo isso? Correndo atrás do prejuizo e gritando quando o estrago já está feito. Não estamos conseguindo nos antecipar aos acontecimentos, porque são muitos, e principalmente porque estamos muito desmobilizados.
Já que voce provocou e eu estou com o assunto entalado na garganta, digo que, Pernambuco está para instalar Usinas de Incineração do lixo urbano, sem nenhuma precaução, ou seja, sem que tenhamos a garantia de que esses incineradores terão filtros e sem que haja a coleta seletiva funcionando a contento, e o que é pior sem discutir o Plano de Gestão de Resíduos Sólidos com a sociedade. Se uma cidade se mobiliza e não aceita a Usina, eles partem para outra cidade, e como o que mais temos são cidades que nem sabem mesmo o que isso significa, uma cidade dessas será a escolhida e depois todos nós, vamos pagar a conta, com sérios problemas de saúde. Será que vamos ficar pagando para ver no que nisso vai dar?
Desculpe o desabafo!
Abraços
Dilce Maria Alves Feitosa (Camaragibe-PE).

Esse é um bom debate para a Economia Solidária, pois que modelo é esse que não leva em conta nem o povo nem o meio ambiente? Faço parte de um grupo de ambientalistas que está fazendo um levantamento dos problemas ambientais de Pernambuco. Como os problemas maiores ou os mais visíveis são os de Suape, os dossiês que têm saido são de arrepiar qualquer pessoa mais sensível aos problemas ambientais ou aos direitos humanos. Pernambuco tem uma Política de Enfrentamento as Mudanças Climáticas e um Plano Estadual de Enfrentamento as Mudanças Climáticas, pois bem, nem a Política nem o Plano dá alguma idéia de como Pernambuco fará para recuperar a área, nem aponta como incluir os moradores que hoje estão excluidos por conta do desenvolvimentismo do polo Suape. Ao contrário, o Plano aponta para muitos absurdos se for lido nas entrelinhas. Para termos uma idéia: O Polo gesseiro hoje, está com problemas de funcionamento porque desmatou toda a caatinga usando a lenha, sabe qual a grande solução encontrada para o problema? A solução é de uma contradição tão grande que seria cômico se não fosse tão trágico: Plantar uma floresta de eucalipto, e ainda com a desculpa mais hipocrita do mundo, o povo da região não poderá sobreviver sem o polo gesseiro, e quando dizemos que não existe apenas a energia fossil, que eles poderiam usar a energia solar, eles não respondem e mudam de assunto. Eles, as transnacionais e algumas empresas nacionais, destruiram outros países e até outras regiões do Brasil, e agora estão vindo com toda força para Pernambuco, onde estão tendo os maiores incentivos. E como estamos nós diante de tudo isso? Correndo atrás do prejuizo e gritando quando o estrago já está feito. Não estamos conseguindo nos antecipar aos acontecimentos, porque são muitos, e principalmente porque estamos muito desmobilizados.

Já que voce provocou e eu estou com o assunto entalado na garganta, digo que, Pernambuco está para instalar Usinas de Incineração do lixo urbano, sem nenhuma precaução, ou seja, sem que tenhamos a garantia de que esses incineradores terão filtros e sem que haja a coleta seletiva funcionando a contento, e o que é pior sem discutir o Plano de Gestão de Resíduos Sólidos com a sociedade. Se uma cidade se mobiliza e não aceita a Usina, eles partem para outra cidade, e como o que mais temos são cidades que nem sabem mesmo o que isso significa, uma cidade dessas será a escolhida e depois todos nós, vamos pagar a conta, com sérios problemas de saúde. Será que vamos ficar pagando para ver no que nisso vai dar?
Desculpe o desabafo!
Abraços
Dilce Maria Alves Feitosa (Camaragibe-PE).
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O Analfabeto Politico.
O pior analfabeto é o analfabeto político. Ele não ouve, não fala, nem participa dos acontecimentos políticos. Ele não sabe o custo de vida, o preço do feijão, do peixe, da farinha, do aluguel, do sapato e do remédio dependem das decisões políticas. O analfabeto político é tão burro que se orgulha e estufa o peito dizendo que odeia a política. Não sabe o imbecil que, da sua ignorância política, nasce a prostituta, o menor abandonado, e o pior de todos os bandidos, que é o político vigarista, pilantra, corrupto e lacaio das empresas nacionais e multinacionais. Bertold Brecht

