Contatos:

economiasolidariaempernambuco@yahoo.com.br

sábado, 25 de dezembro de 2010

Economia Solidária na Posse da Presidenta Dilma Rousseff.

Companheiras e Companheiros!

Rumo a posse da primeira mulher presidenta do Brasil! Vamos mostrar as bandeiras da economia solidária e mobilizar pela Secretaria Especial de Economia Solidária!

Caravanas de diversos estados virão para Brasília acompanhar este momento histórico, e vários fóruns locais de economia solidária estão organizando suas caravanas para colocar a grande bandeira da economia solidária no gramado e sensibilizar a presidenta para efetivar a Secretaria Especial de Economia Solidária.

A posse está planejada para começar às 13:00 do dia 1 de janeiro de 2011, em Brasília, na Esplanada dos Ministérios.

Contato para mobilização da economia solidária na posse com Renata
(061-8206-6696 / 3965-3268 / renata@fbes.org.br) da Secretaria Executiva do FBES

quinta-feira, 23 de dezembro de 2010

FELIZ NATAL!


Desejamos a todos que fazem e participão da Economia Solidária, não só de Pernambuco, mas de todo o Brasil, um bom NATAL. Que todos desfrutem de um mundo de PAZ e HARMONIA.

UNEES-PE - União de Empreendedores da Economia Solidária - Pernambuco.

sábado, 18 de dezembro de 2010

Aprovado Parecer da Lei Geral do Cooperativismo

Fonte: Sergio Mariani.

Olá companheiros/as!

A Comissão de Constituição do Senado aprovou nesta quarta-feira, 15/12, o parecer do senador Renato Casagrande sobre a Lei Geral do Cooperativismo. Um dos destaques do parecer é tirar a representatividade única da OCB (Organização das Cooperativas do Brasil), o que tem sido um dos motivos do impasse na discussão desta lei. Espera-se que agora "a fila ande".
O informe abaixo é de Daniel Rech.

Surpreendendo a todo o mundo, a Comissão de Constituição e Justiça do Senado, a partir de uma articulação dos Senadores Eduardo Suplicy, Augusto Botelho e Osmar Dias, aprovou o parecer do Senador Renato Casagrande para a nova Lei das Sociedades Cooperativas.
Uma primeira olhada indica que a proposta atende inteiramente as nossas reivindicações, tanto no que se refere ao Registro (apenas na Junta Comercial) e também em relação à representação.
Aliás, em relação à representação ficou assim:
1 - A representação é livre
2 - Serão reconhecidas como entidades de representação nacional as cooperativas que tiverem pelo 10% das cooperativas do Brasil filiadas, com pelo menos dois anos de CNPJ regular, agregarem pelo menos quatro diferentes ramos e tiverem pelo menos três cooperativas filiadas em cada unidade da Federação.
3 - Nos dois primeiros anos de vigência da lei, ficam reconhecidas como entidades de representação nacional todas as organizações que tiverem pelo menos 300 cooperativas filiadas e com CNPJ regular, quatro diferentes ramos e cooperativas filiadas nas cinco regiões geográficas brasileiras.

Isso era exatamente o que nós havíamos solicitado em nossa última reunião do ano passado.
O projeto foi enviado agora para a Comissão de Assuntos Econômicos do Senado e espera-se que lá a apreciação seja terminativa.

Outra pequena novidade é que o projeto de Lei Complementar que regula o ato cooperativo que está na Comissão de Tributação, conta agora com novo Relator: Dep. Pepe Vargas, da minha terra Caxias do Sul. Vamos torcer que o Pepe faça um parecer o mais breve possível para que o projeto ande.

Luiza Erundina Faz Referência ao Dia Nacional da Economia Solidária em Discurso na Câmara

Fonte: Daniel Tygel
Secretaria Executiva do
Fórum Brasileiro de Economia Solidária.



O Brasil comemorou no dia 15 de dezembro, o Dia Nacional da Economia Solidária e a deputada Luiza Erundina se utilizou da tribuna da Câmara para celebrar a data e alertar os seus colegas parlamentares para a necessidade da regulamentação do setor no Brasil.

“A Constituição de 1988 prevê no seu artigo 192 a existência do segmento de economia popular e solidária. Só que, até hoje, com mais de 20 anos de vigência da nossa Constituição, ele não foi regulamentado”, lembra Erundina.

A deputada é autora de um Projeto de Lei Complementar que estabelece a criação do Segmento Nacional de Finanças Populares e Solidárias, o PLP n° 93/2007, que está para ser votado na Comissão de Trabalho, Administração e Serviço Público da Câmara, e é relatado pelo deputado Eudes Xavier (PT-CE).

“O nosso projeto pretende suprir este vazio legal em nosso País, com a regulamentação desse artigo, para dar estatuto legal a essa atividade econômica que representa, sem dúvida nenhuma, a libertação e emancipação de milhares de brasileiros e brasileiras”, ressalta a deputada.

Em sua fala, Luiza Erundina também destacou o fortalecimento da economia solidária no Brasil como alternativa para garantir sustentabilidade às famílias atendidas pelo Programa Bolsa Família, de forma a lhes garantir alternativa de sobrevivência, alternativa de renda e de trabalho e dando-lhes, sobretudo, autonomia, soberania e dignidade.

“É necessária uma política mais eficaz que dê condições às famílias que recebem o bolsa-família de se independerem dessa ajuda do Governo e suprirem suas necessidades com uma alternativa de sobrevivência que, sem dúvida alguma, pode ser essa rede de bancos populares de economia solidária. É um largo segmento de atividade econômico-financeira que sustenta milhares de famílias”, enfatiza. “Com isso, daremos a essas pessoas plena soberania, e é isso o que o Estado lhes deve”, conclui.

quinta-feira, 16 de dezembro de 2010

Dia Nacional da Economia Solidária em Pernambuco.


Foi comemorado neste dia 15/12 em Pernambuco o Dia Nacional da Economia Solidária. Evento realizado na Faculdade FAFIRE que teve em sua programação o Seminario Economia Solidária e Economia Feminista (Brasil Local), apresentação de experincias em Economia Solidária no Estado, Feira com produtos da Economia Solidária no estado e Palestra com Euclides Mance.



Parabens ao FEPS-PE e vamos que vamos.
Outra Economia Acontece em Pernambuco.

quarta-feira, 15 de dezembro de 2010

Pernambuco na II Mostra Nacional de Economia Solidária em Salvador.

Pernambuco marcou presença na II Mostra Nacional de Economia Solidária em Salvador. Coma a presença de 15 representates de mais de trintas empreendimentos que mandaram materiais para a mostra. 'O acolhimento em Salvador foi muito bom, a hospedagem de primeira e a alimentação feita pelos empreendimentos nos dois ultimos dias foi muito boa' segundo Nara da Rede de Mulheres Produtoras do Recife e Região Metropolitana (R3PM2). Segundo Leylah Araujo (M.A.S.C) 'A participação de Pernambuco foi boa, na participação na oficina O Futuro da Economia Solidária, constatou que Pernambuco é um dos estados com maior ganho na Economia Solidária em virtude de já termos, CFES-NE com sede em Recife-PE, Conselho Estadual ser deliberativo, programa expecifico no PPA estadual, Forum Estadual com regionais interiorizada e feiras pontuais nas regiões, além da Rede de Educadores Estadual implantada. Isso nos deu a oportunidade de fazer parte da comissão que redijio a Carta encaminhada para a futura Presidenta Dilma Russeff'. A feira teve momentos de grande provação para os empreendimentos nos momentos em que as chuvas deram o ar da graça dando uma atrapalhada no movimento do publico durante o movimento.





Onze Negras - Causos e Historias do Mapeamento em Pernambuco.

Anna Paula do Nascimento é aluna de Comunicação da Faculdade FAFIRE em Recife e Entrevistadora no Mapeamento da Economia Solidária em Pernambuco e nos brinda com estes relatos maravilhosos.MAPEAMENTO DE EMPREENDIMENTOS ECONÔMICOS SOLIDÁRIOS:
AS HISTÓRIAS ALÉM DOS NÚMEROS

“Você quer ir pra Burrama?”, perguntou-me o motorista da Kombi. “Não, quero ir pra Comunidade Onze Negras”, respondi. “Então, é pra lá mesmo, em Burrama!”, insistiu ele. E, assim, parti para o local de destino para entrevistar, no primeiro de quatro dias, a ocupadíssima representante da Associação de Moradores, Produtores Rurais e Quilombolas Onze Negras, em mais uma tarefa de coleta de dados para o trabalho de Mapeamento de Empreendimentos de Economia Solidária.
Mas participar como entrevistadora num trabalho de pesquisa destes possibilitou não somente lançar mão da utilização de um instrumental técnico para colher informações e dados numéricos a respeito de tantas entidades existentes no estado. Possibilitou-me também conhecer e registrar histórias de vida de famílias, de motivações que, entre outras coisas, culminaram na criação de uma entidade que representasse a comunidade em seus anseios e necessidades. Estas histórias extrapolam as informações a serem coletadas, já pré-estabelecidas no questionário proposto. Confesso, sim, que é a parte que mais gosto deste trabalho, isto é, do contato com as pessoas, de ouvir seus relatos, de como e porquê tudo começou.
E dentre as várias histórias que ouvi, destaco aqui aquela relatada por D. Fátima, Presidente da Associação Onze Negras, começando pela justificativa dos nomes pelos quais a comunidade é conhecida e que também dá nome à Associação.
Segundo a entrevistada, a comunidade Onze Negras remonta aos tempos de seus bisavós e constitui o primeiro povoado da cidade do Cabo de Santo Agostinho, além de ser a primeira comunidade quilombola rural da Região Metropolitana do Recife.
A comunidade é, ainda hoje, também conhecida como “Burrama”, devido a um episódio ocorrido com o pai e o irmão de D. Fátima, durante o trabalho do corte da cana. Ela conta que era bastante criança e as condições de vida eram muito precárias e a sobrevivência era muito difícil. Seu pai e irmãos, assim como os demais moradores, trabalhavam no corte da cana para a Usina Bom Jesus; as mulheres ficavam responsáveis pelos afazeres domésticos, o cuidado com os vários filhos, mas também outros trabalhos pesados, como cortar e carregar a lenha, buscar e carregar água, etc.
Certa ocasião, durante o trabalho, o pai sobrecarregou a burra com os pesados feixes de cana cortados, o que fez com que o animal não agüentasse a carga, caindo ferido e debilitado, impedindo-o de trabalhar durante alguns dias. Causar estas “avarias” no animal era considerado como falta grave e acarretava para o trabalhador um castigo severo e bem peculiar: apanhar bastante na frente de todos, em seguida ser todo lambuzado de mel e, assim, colocado para “o boi lamber” (sic). Quando percebeu que a burra caiu, devido à sobrecarga, o irmão de D. Fátima se desesperou e saiu correndo, gritando “Burrama, burrama, burrama!”. O pai da entrevistada fugiu e passou vários dias longe de casa, escondido, para não sofrer os castigos infringidos aos trabalhadores nestes acontecimentos. Depois de cerca de 4 meses fugido, o pai de D. Fátima voltou, mas sofrendo com as constantes ameaças, abandonou o trabalho da Usina, passando a lidar somente com o trabalho na roça do sítio em que morava com a família.
Já a denominação “Onze Negras” à Associação, como também à comunidade, é derivada de um time de futebol formado pelos irmãos, primos e tios de D. Fátima, totalizando um número de 11 jogadores negros, que, inclusive, segundo contou um dos irmãos da entrevistada e ex-jogador do time, presente neste dia da entrevista, a equipe fez muito sucesso no estado, conquistando vários campeonatos na época.
Posteriormente, a entrevistada, que começou a trabalhar como doméstica aos 11 anos de idade, idealizou a formação de um grupo só de mulheres que pudesse trabalhar em prol da comunidade, sobretudo das mulheres da localidade. Assim, sustentada pelo “sonho” (sic) de ajudar a mãe e pelo desejo de não ter o destino da mesma — muitos filhos, trabalho doméstico pesado, violência sofrida com o marido que bebia muito, etc. —, D. Fátima pensou, inicialmente, num Clube de Mães, mas culminou na concretização de uma Associação, a qual era formada, coincidentemente na ocasião, por 11 mulheres negras.
Assim, a Associação de Moradores, Pequenos Produtores Rurais e Quilombolas Onze Negras existe há 20 anos, conseguindo muitos benefícios para a localidade, sobretudo o reconhecimento formal da comunidade como quilombola pelo Instituto Zumbi dos Palmares.
Um dos grandes benefícios proporcionados pela Associação é o funcionamento de uma creche para as crianças da comunidade, a qual funciona na sede da entidade, com cozinheira e educadoras contratadas e pagas pela Prefeitura local. No entanto, através de uma parceria com o Prorural, será construído um prédio para o adequado funcionamento da creche.
Além disso, a Associação encaminha a documentação necessária para o processo de aposentadoria dos associados (trabalhadores rurais), distribui cestas básicas e produtos agrícolas fornecidos pela Companhia Nacional de Abastecimento (CONAB).
Mas segundo D. Fátima, o objetivo principal da Associação é possibilitar trabalho e geração de renda aos moradores da comunidade. Assim, no momento, a Associação encontra-se envolvida com o Projeto Papéis da Vida, no qual são produzidos e comercializados artigos confeccionados em papel e papelão, como também um projeto de horta comunitária, o qual visa a produção e venda de produtos agrícolas dos associados/as.
Mas um dos grandes orgulhos de D. Fátima foi a produção e lançamento de um livro que conta a história da comunidade e da Associação.

Falar dos caminhos e percalços trilhados por um grupo de mulheres até chegar à concretização da Associação é revisitar a história político-econômica e social do estado, de coronelistas da monocultura do açúcar, da exploração do homem pelo homem, escravização, etc. Mas também aponta para perspectivas de forjar uma outra realidade para si e os seus, de forma a poder garantir o direito de viver mais dignamente, com satisfação com o tempo presente e sem medo do futuro. A constituição desta associação por esse grupo de pessoas representa, antes de mais nada, a reação de um grupo de pessoas a um destino aparentemente inevitável para aquelas que além de negras, pobres e oriundas de comunidades rurais, também eram mulheres, isto é, um grupo que, por si só, agrega tantos “signos” das minorias.
Concretizar, portanto, um sonho com a criação de uma associação significou, antes de mais nada, renegar o mesmo destino conferido aos seus antepassados, conseguindo uma vida mais digna e satisfatória para mulheres e homens da comunidade.
Sem dúvida, o caminhar em busca de dias melhores impõe, ainda, muitas dificuldades, mas as conquistas possíveis são reais e irreversíveis e, pelo jeito, este “time” de mulheres ainda promete muitas e muitas vitórias.
Parabéns a D. Fátima, que a partir de um desejo e de um sonho, foi a grande mentora de toda essa revolução. E parabéns também a todos/as da comunidade Onze Negras!!!

sexta-feira, 3 de dezembro de 2010

Salvador Sedia II Mostra Nacional de Economia Solidária

Fonte: IMS - Instituto Marista de Solidariedade.
De 08 a 12 de dezembro, a Praça Wilson Lins (Pituba), será palco do maior encontro do movimento de economia solidária do país. Empreendimentos econômicos solidários de todos os estados brasileiros apresentarão seus produtos e serviços para o público. A entrada é franca.

A II Mostra Nacional de Economia Solidária reunirá mais de 400 expositores do Brasil, todos empreendimentos que têm como base o princípio de produção e comercialização da economia solidária. São os mais variados produtos e serviços, desde artesanato a pontos de cultura, além de alimentos, fitoterápicos, bijouterias, confecção e linhas de crédito, entre outros.

A Cooperativa de Coleta Seletiva, Processamento de Plástico e Proteção Ambiental (Camapet) é um bom exemplo de empreendimento econômico solidário. Com sede em Salvador, a cooperativa apresentará na feira seu trabalho artesanal de transformar garrafas pet em pulseiras, colares, brincos, chaveiros e até pufs. Como a Camapet, exemplos de projetos bem sucedidos e superação, que praticam a produção e a comercialização justa, solidária e sustentável poderão ser vistos no evento.

Em paralelo à II Mostra Nacional, acontece a VI Feira Baiana de Economia Solidária e Agricultura Familiar, reunindo cerca de 130 empreendimentos da Bahia, e o I Seminário Regional de Comercialização Solidária. Os três eventos buscam contribuir para a visibilidade e fortalecimento da Economia Solidária no Brasil, respeitando as diversidades regionais, mas proporcionando a integração e sinergia dos atores junto às diversas manifestações que ocorrerão nos quatro dias de Mostra. Durante o dia, serão realizadas atividades formativas, como oficinas, debates e conferências. A partir das 16 horas, começa a feira de comercialização dos produtos e as apresentações culturais (veja programação anexa).

A II Mostra Nacional de ES, a VI Feira Baiana e o I Seminário Regional são uma realização da Secretaria Nacional de Economia Solidária (Senaes/MTE), do Fórum Brasileiro de Economia Solidária (FBES), do Instituto Marista de Solidariedade (IMS), do Fórum Baiano de Economia Solidária e da Superintendência de Economia Solidária (SESOL) do Governo do Estado, da Prefeitura de Salvador, da Fundação Banco do Brasil e do Sebrae.

Economia Solidária

A Economia Solidária é um movimento amplo e profundo que vem se fortalecendo e se organizando em parcerias entre entidades e governos. Esse conceito surge em contraposição à economia dominante, que priorizando o lucro gera desemprego, falta de terra para o trabalho e destruição do meio-ambiente. Nos empreendimentos de economia solidária, que podem ser cooperativas, grupos informais, associações e até micro ou pequenas empresas, não há hierarquia no grupo, as decisões são democráticas e pratica-se a autogestão. Todos são participantes e responsáveis pelo trabalho.

Informações:

cirandas.net/feiranacionaldeeconomiasolidaria

Secretário Executivo da II Mostra Nacional de Economia Solidária
Wilson Doll – (71) 9999-5115 / wilsontdoll@gmail.com

Assessoria de Comunicação IMS
Cristiane Vasconcelos – (61)8114-7751/cvmesquita@marista.edu.br

Assessoria de Comunicação Sesol/BA
Maristela Araujo -

Cooperativa de Coleta Seletiva, Processamento de Plástico e Proteção Ambiental (Camapet)
Joilson Santana – (71) 3313-5542/8899-5542

Programação Cultural

Dia 08/12/2010 – (Quarta – Feira)
18h – Grupo Zambiapunga

Dia 09/12/2010 – (Quinta – Feira)
17h –Banda de Percussão Amigos do Planeta
18h - Adoro ser Criança (à confirmar)
19h – Victor Hugo – Hip Hop

Dia 10/12/2010 – (Sexta – Feira)
17h – Balé de Oyá – Dança Afro
18h – Coral da Conder (a confirmar)
19h – Grupo Mandiba – Pop e Reggae

Dia 11/12/2010 – (Sábado)
17h – Apresentação de Capoeira Grupo Engenho
18h – Cultural arte Jovens (a confirmar)
19h – Samba Viola do Oito de São Gonçalo

Dia 12/12/2010 – (Domingo)
17h - Holly Bible
19h – DJ Zimba Selector

sábado, 27 de novembro de 2010

Decreto nº- 7.357 - Programa Nacional de Incubadoras de Cooperativas Populares - PRONINC

Decreto nº- 7.357, de 17 de novembro de 2010

Dispõe sobre o Programa Nacional de Incubadoras de Cooperativas Populares -

PRONINC, e dá outras providências.

O PRESIDENTE DA REPÚBLICA, no uso da atribuição que lhe confere o art. 84, inciso VI, alínea “a”, da Constituição,

D E C R E T A:

Art. 1º O Programa Nacional de Incubadoras de Cooperativas Populares - PRONINC será implementado de forma integrada pelos diversos órgãos do Governo Federal responsáveis pela execução de ações voltadas à geração de trabalho e renda, por meio de ações de economia solidária.

Parágrafo único: Para os efeitos deste Decreto, entende-se por:

I - empreendimentos econômicos solidários: organizações de caráter associativo que realizam atividades econômicas, cujos participantes sejam trabalhadores do meio urbano ou rural e exerçam democraticamente a gestão das atividades e a alocação dos resultados;

II - incubação de empreendimentos econômicos solidários: conjunto de atividades sistemáticas de formação e assessoria que abrange desde o surgimento até a conquista de autonomia organizativa e viabilidade econômica dos empreendimentos econômicos solidários;

III - incubadoras de cooperativas populares: organizações que desenvolvem as ações de incubação de empreendimentos econômicos solidários e atuem como espaços de estudos, pesquisas e desenvolvimento de tecnologias voltadas para a organização do trabalho, com foco na autogestão.

Art. 2º O PRONINC tem por finalidade o fortalecimento dos processos de incubação de empreendimentos econômicos solidários e buscará atingir os seguintes objetivos:

I - geração de trabalho e renda, a partir da organização do trabalho, com foco na autogestão e dentro dos princípios de autonomia dos empreendimentos econômicos solidários;

II - construção de referencial conceitual e metodológico acerca de processos de incubação e de acompanhamento de empreendimentos econômicos solidários pós-incubação;

III - articulação e integração de políticas públicas e outras iniciativas para a promoção do desenvolvimento local e regional;

IV - desenvolvimento de novas metodologias de incubação de empreendimentos econômicos solidários articuladas a processos de desenvolvimento local ou territorial;

V - formação de discentes universitários em economia solidária; e

VI - criação de disciplinas, cursos, estágios e outras ações, para a disseminação da economia solidária nas instituições de ensino superior.

Art. 3º O Comitê Gestor do PRONINC, coordenado pela Secretaria Nacional de Economia Solidária do Ministério do Trabalho e Emprego, será composto por um representante, titular e suplente, dos seguintes órgãos e entidades:

I - Ministério do Trabalho e Emprego;

II - Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome;

III - Ministério da Saúde;

IV - Ministério da Educação;

V - Ministério da Cultura;

VI - Ministério da Justiça;

VII - Ministério do Turismo;

VIII - Ministério da Pesca e Aquicultura; e

IX - Financiadora de Estudos e Projetos - FINEP.

§ 1º Serão convidados a participar do Comitê Gestor representantes das seguintes entidades:

I - Banco do Brasil S.A.;

II - Fundação Banco do Brasil;

III - Fórum de Pró-Reitores de Extensão das Universidades Públicas;

IV - Comitê de Entidades de Combate à Fome e Pela Vida;

V - Rede Universitária de Incubadoras Tecnológicas de Cooperativas Populares;

VI - Fundação Interuniversitária de Estudos e Pesquisas sobre o Trabalho - UNITRABALHO; e

VII - Rede de Gestores Governamentais de Políticas Públicas de Economia Solidária.

§ 2º O Comitê Gestor definirá o seu funcionamento mediante regimento interno, a ser aprovado pela maioria absoluta de seus membros, e reunir-se-á periodicamente, por meio de convocação do seu coordenador.

§ 3º O Comitê Gestor poderá convidar para participar das reuniões representantes de outros Ministérios, de instituições públicas e da sociedade civil.

§ 4º Os membros do Comitê Gestor e seus respectivos suplentes serão indicados pelos titulares dos órgãos e entidades representados e designados pelo Ministro de Estado do Trabalho e Emprego.

§ 5º A participação dos membros do Comitê Gestor é considerada serviço público relevante e não será remunerada.

Art. 4º As despesas necessárias ao funcionamento do Comitê Gestor, bem como as decorrentes da execução dos projetos advirão das dotações orçamentárias próprias consignadas anualmente nos orçamentos dos órgãos e entidades envolvidos no PRONINC, observados os limites de movimentação, de empenho e de pagamento da programação orçamentária e financeira anual.

Art. 5º Este Decreto entra em vigor na data de sua publicação.

DECRETO nº 7.358 - Sistema Nacional do Comércio Justo e Solidário - SCJS

DECRETO nº 7.358, de 17 de novembro de 2010


Institui o Sistema Nacional do Comércio Justo e Solidário - SCJS, cria sua Comissão
Gestora Nacional, e dá outras providências.

O PRESIDENTE DA REPÚBLICA, no uso da atribuição que lhe confere o art. 84, inciso VI, alínea “a”, da Constituição,

D E C R E T A:

Art. 1º Fica instituído, no âmbito do Ministério do Trabalho e Emprego, o Sistema Nacional do Comércio Justo e Solidário - SCJS, para coordenar as ações do Governo Federal voltadas ao reconhecimento de práticas de comércio justo e solidário e à sua promoção.

Parágrafo único: Os Estados, Municípios e Distrito Federal, os empreendimentos econômicos solidários, organismos de acreditação e organismos de avaliação da conformidade poderão aderir ao SCJS voluntariamente.

Art. 2º Para os efeitos deste Decreto, entende-se por:

I - comércio justo e solidário: prática comercial diferenciada pautada nos valores de justiça social e solidariedade realizada pelos empreendimentos econômicos solidários;

II - empreendimentos econômicos solidários: organizações de caráter associativo que realizam atividades econômicas, cujos participantes sejam trabalhadores do meio urbano ou rural e exerçam democraticamente a gestão das atividades e a alocação dos resultados;

III - organismos de acreditação: organismos que credenciam os organismos de avaliação da conformidade, atestando sua capacidade para realizar tarefas de avaliação da conformidade de produtos, processos e serviços;

IV - organismos de avaliação da conformidade: organismos que inspecionam e atestam o cumprimento dos critérios de conformidade de produtos, processos e serviços com as práticas de comércio justo e solidário; e

V - preço justo: é a definição de valor do produto ou serviço, construída a partir do diálogo, da transparência e da efetiva participação de todos os agentes envolvidos na sua composição que resulte em distribuição equânime do ganho na cadeia produtiva.

Parágrafo único: Os termos fair trade, comércio justo, comércio equitativo, comércio équo, comércio alternativo, comércio solidário, comércio ético, comércio ético e solidário estão compreendidos no conceito de comércio justo e solidário, nos termos deste Decreto.

Art. 3º O SCJS tem por finalidade fortalecer e promover o comércio justo e solidário no Brasil, o que compreende alcançar os seguintes objetivos:

I - fortalecer identidade nacional de comércio justo e solidário, por meio da difusão do seu conceito, de seus princípios e critérios de reconhecimento de práticas de comércio justo e solidário e de seu fomento;

II - favorecer a prática do preço justo para quem produz, comercializa e consome;

III - divulgar os produtos, processos, serviços, bem como as experiências e organizações que respeitam as normas do SCJS;

IV - subsidiar os empreendimentos econômicos solidários, os organismos de acreditação e de avaliação da conformidade e as entidades de apoio e fomento ao comércio justo e solidário, por meio de base nacional de informações em economia solidária e de empreendimentos econômicos solidários com práticas de comércio justo e solidário reconhecidas pelo SCJS;

V - contribuir com os esforços públicos e privados de promoção de ações de fomento à melhoria das condições de comercialização dos empreendimentos econômicos solidários;

VI - incentivar a colaboração econômica entre empreendimentos econômicos solidários; e

VII - apoiar processos de educação para o consumo, com vistas à adoção de hábitos sustentáveis e à organização dos consumidores para a compra dos produtos e serviços do comércio justo e solidário.

Parágrafo único: A gestão do SCJS, os seus princípios e os critérios de reconhecimento de práticas de comércio justo e solidário serão disciplinados em ato normativo do Ministério do Trabalho e Emprego.

Art. 4º O SCJS contará com uma Comissão Gestora Nacional, que terá as seguintes atribuições:

I - subsidiar tecnicamente o Conselho Nacional de Economia Solidária, previsto no inciso XIII do art. 30 da Lei no 10.683, de 28 de maio de 2003, em assuntos relacionados ao SCJS;

II - reconhecer e monitorar as diferentes metodologias de avaliação da conformidade de produtos, processos e serviços aos princípios e critérios de reconhecimento de práticas de comércio justo e solidário do SCJS, adequados às diferentes realidades sociais, territoriais e organizacionais, eventualmente propondo aperfeiçoamentos das metodologias;

III - habilitar no SCJS os organismos de acreditação e de avaliação da conformidade, de acordo com os critérios de reconhecimento de práticas de comércio justo e solidário estabelecidos em ato normativo do Ministério do Trabalho e Emprego;

IV - promover o diálogo entre as representações dos diversos agentes envolvidos no comércio justo e solidário;

V - manifestar-se periodicamente sobre a habilitação dos organismos de avaliação da conformidade no SCJS, com base em informações dos organismos de acreditação, de acordo com os critérios de reconhecimento de práticas de comércio justo e solidário estabelecidos no ato normativo do Ministério do Trabalho e Emprego, previsto no parágrafo único do art. 3º;

VI - acompanhar o cadastramento realizado pela Secretaria Nacional de Economia Solidária, do Ministério do Trabalho e Emprego, dos empreendimentos econômicos solidários com prática de comércio justo e solidário reconhecida pelo SCJS;

VII - estabelecer diretrizes para as ações de fomento ao comércio justo e solidário e acompanhar o seu desenvolvimento;

VIII - disseminar informações e resultados relativos ao comércio justo e solidário; e

IX - aprovar o seu regimento interno.

Art. 5º Comporão a Comissão Gestora Nacional um representante de cada um dos seguintes Ministérios:

I - do Trabalho e Emprego;

II - do Desenvolvimento Agrário; e

III - do Desenvolvimento Social e Combate à Fome.

§ 1º A Comissão Gestora Nacional será coordenada pelo Ministério do Trabalho e Emprego, por meio da Secretaria Nacional de Economia Solidária, cujo representante exercerá o voto de qualidade em caso de empate nas deliberações.

§ 2º Serão convidados a integrar a Comissão Gestora Nacional, como membros, representantes da sociedade civil, sendo:

I - dois de entidades do segmento dos empreendimentos econômicos solidários;

II - dois de entidades do segmento de apoio e fomento ao comércio justo e solidário; e

III - dois de entidades do segmento das redes da economia solidária.

§ 3º Para cada membro titular da Comissão Gestora Nacional será indicado um suplente.

§ 4º No caso da sociedade civil, cada segmento representado terá direito a um voto nas deliberações da Comissão Gestora Nacional.

§ 5º Os membros titulares e suplentes da Comissão Gestora Nacional representantes dos Ministérios serão indicados pelos respectivos titulares e designados pelo Ministro de Estado do Trabalho e Emprego.

§ 6º Os membros titulares e suplentes da Comissão Gestora Nacional representantes da sociedade civil serão indicados pelo Conselho Nacional de Economia Solidária e designados pelo Ministro de Estado do Trabalho e Emprego.

§ 7º O Conselho Nacional de Economia Solidária indicará os representantes da sociedade civil na Comissão Gestora Nacional, conforme processo previsto em resolução específica, que definirá os critérios de credenciamento e escolha das entidades representativas de cada segmento previsto no § 2º.

§ 8º A participação dos membros da Comissão Gestora Nacional é considerada serviço público relevante e não será remunerada.

§ 9º Poderão participar das reuniões da Comissão Gestora Nacional, a convite de seu coordenador ou da maioria absoluta de seus membros, representantes de outros órgãos e entidades da administração pública, de instituições de cooperação internacional, bem como pessoas físicas e representantes de pessoas jurídicas que, por sua experiência pessoal ou institucional, possam contribuir para os debates.

Art. 6º A Comissão Gestora Nacional definirá o seu funcionamento em regimento interno, a ser aprovado pela maioria absoluta de seus membros, e reunir-se-á periodicamente, por meio de convocação do seu coordenador.

Art. 7º As despesas necessárias à realização das atividades da Comissão Gestora Nacional, bem como aquelas decorrentes da execução de projetos realizados no âmbito de suas atividades, advirão de dotações orçamentárias próprias consignadas anualmente nos orçamentos dos Ministérios que a compõem, observados os limites de movimentação, de empenho e de pagamento da programação orçamentária
e financeira anual.

Art. 8º Este Decreto entra em vigor na data de sua publicação.

terça-feira, 23 de novembro de 2010

Eleita Nova Secretaria Executiva do Fórum de Economia Solidária de Pernambuco para o Bienio 2011/2012.






O Fórum de Economia Popular Solidária de Pernambuco elegeu neste dia 22 de novembro durante o encontro estadual, a nova secretaria executiva para o biénio 2011/2012. A nova secretaria esta composta pelos representantes de empreendimentos Vani Maris (Redartezan), Fábio Roberto (MAPRA), pelos representantes de Assessoria e Fomento: Felipe Moraes (Incubação/FAFIRE) e Telma Andrade (ACAAPE) e pelo representante de Gestores Publicos Augusto Severo Martins (Prefeitura de Afogados da Ingazeira).

sexta-feira, 19 de novembro de 2010

NOVAS INFORMAÇÕES/ ORIENTAÇÕES SOBRE A II MOSTRA NACIONAL E IV FEIRA BAIANA DE ECONOMIA SOLIDARIA E AGRICULTURA FAMILIAR

Fonte Equipe do IMS

Estaremos realizando durante a II Mostra Nacional de Economia Solidária e IV Feira Baiana de
Economia Solidaria e Agricultura Familiar o I SEMINÁRIO DE COMERCIALIZAÇÃO SOLIDARIA DA
REGIÃO NORDESTE.
Neste sentido temos novas orientações sobre a composição das caravanas:
Nordeste:
1) Cada caravana nordestina deverá ser composta incluindo os EES do estado que foram
selecionados para o Sistema Nacional de Comercio Justo e Solidário;
2) Nos estados do nordeste onde foram realizados os seminários estaduais de comercialização
solidária, deverá incluir na sua caravana, os 7 EES que foram escolhidos para o seminário
regional de comercialização solidária Nordeste.
Contato Auxiliadora e Iraides, com os seguintes roteiros:
a) 1 ônibus saindo do Maranhão e passando pelo Piaui;
b) 1 ônibus saindo do Ceará e passando pelo Rio Grande o Norte;
c) 1 ônibus saindo da Paraíba e passando pelo Pernambuco;
d) 1 ônibus saindo de Alagoas e passando por Sergipe;

Equipe do IMS

EES do Nordeste na II Mostra Nacional de Economia Solidária - Salvador/BA

Fonte: Equipe do IMS

II Mostra Nacional de Economia Solidária
I Seminário de Comercialização Solidária
VI Feira Baiana de Economia Solidária e Agricultura Familiar
8 a 12 de dezembro de 2010
na Praça Wilson Lins (Pituba) -Salvador/BA
PRAZO DE INSCRIÇÃO: 12 A 24 DE NOVEMBRO DE 2010


Convocatória

A Secretaria Nacional de Economia Solidária – SENAES,
O Fórum Brasileiro de Economia Solidária - FBES,
O Instituto Marista de Solidariedade – IMS,
O Fórum Baiano de Economia Solidária e
A Superintendência de Economia Solidária – SESOL do Governo do Estado da Bahia e seus parceiros têm a honra de convocar Empreendimentos, Gestores e Assessorias de Economia Solidária, de todos os estados brasileiros, para participarem do processo de seleção de expositores para a II Mostra Nacional e VI Feira Baiana de Economia Solidária e Agricultura Familiar.
1. Objetivos do evento
Contribuir para a visibilidade e fortalecimento da Economia Solidária no Brasil, afirmando
uma identidade nacional comum entre os diversos atores envolvidos com a Economia Solidária, respeitando as diversidades regionais, bem como propiciar a integração e sinergia destes atores junto às diversas manifestações que ocorrerão no âmbito dos eventos, com uma metodologia educativa e participativa nas exposições.
Fazem parte dos objetivos também a perspectiva de avanço na construção de
metodologias de autogestão para as feiras de economia solidária e a realização de seminários e debates sobre temas que contribuam para fortalecer a Economia Solidária no Brasil.
2. Critérios de Seleção:
Os Fóruns e Redes Estaduais de Economia Solidária indicarão, à comissão organizadora da feira, as organizações e os empreendimentos que poderão representar o estado no evento. Pedimos especial ajuda para os integrantes da coordenação executiva e nacional do Fórum Brasileiro de Economia Solidária para este momento, com base nos seguintes critérios:
a. Inscrever até 20 participantes por estado, garantindo a representação da diversidade
organizativa que compõem a Economia Solidária nos estados;
b. Garantir a representação de Empreendimentos Econômicos Solidários (EES), formais e
informais, rurais e urbanos;
c. Garantir a presença de EES dos vários setores, tais como os de produção,
comercialização, transformação, crédito, consumo e outros, de acordo com a realidade de cada estado;
d. Garantir a representação de redes e cadeias produtivas organizadas por
Empreendimentos de Economia Solidária;
e. Garantir que a representação enviada contemple a diversidade de gênero, raça e etnia
de cada estado.
f. Garantir a participação de experiências e iniciativas inovadoras no campo da Economia
Solidária;
g. Garantir a presença de EES quilombolas, indígenas, pessoas com deficiência e usuários
de saúde mental (CAPS);
h. Garantir pelo menos 01 indicação de 01 grupo de um ponto de cultura em cada
delegação estadual.
A comissão estadual decidirá sobre a seleção das indicações, considerando os critérios
apontados anteriormente e irá encaminhar as fichas de inscrição para a coordenação nacional.
Importante:
Quanto aos produtos, estes devem estar etiquetados e listados para fins de controle do estoque, acompanhados de Nota Fiscal emitida como produtos para a II Mostra Nacional e VI Feira Baiana de Economia Solidária e Agricultura Familiar
As listagens com a inscrição de até 20 EES selecionados pelos Fóruns Estaduais das regiões
Nordeste, Centro-oeste, Sudeste e Sul (AL, CE, GO, ES, MA, MT, MS, MG, PB, PR, PE, PI, RJ,
RN, RS, SP, SC, SE, TO e do DF) deverão ser enviadas para a coordenação nacional, no site
da II Feira, http://cirandas.net/feiranacionaldeeconomiasolidaria.
Para a Região Norte iremos bancar por via área até o Maximo de 5 EES de cada estado.
Caso o estado tenha condições de bancar os outros 15 poderá fazer a inscrição destes
levando em conta os mesmos critérios que os demais.
As indicações do Fórum Baiano deverão ser enviadas para o Centro Público de Economia
Solidária – CESOL, no endereço: Rua Álvares Cabral, no. 16, Prédio Oscar Cordeiro (antiga
Junta Comercial da Bahia), bairro Comércio - CEP 40.015-330 – Salvador – BA. Tel/Fax: (71)
3117-1589 – e-mail: iifnes@gmail.com
Para mais informações entrar em contato, pelo site acima e/ou por telefone, para o
Projeto Nacional de Comercialização Solidária, no seguinte endereço: IMS –Tel.: (61) 3321-
4955, (61) 3224-1100, Fax: (61) 3226-6422, ou no Fórum Brasileiro de Economia Solidária
FBES no telefone: (61) 3202-0427.
3. Metodologia de mobilização para o evento
Cada Fórum Estadual deve nomear uma comissão estadual, para organizar a participação
dos seus representantes.
Pelo projeto nacional de comercialização teremos as seguintes referências:
Nordeste, contato Auxiliadora e Iraides, com os seguintes roteiros:
a) 1 ônibus saindo do Maranhão e passando pelo Piauí;
b) 1 ônibus saindo do Ceará e passando pelo Rio Grande o Norte;
c) 1 ônibus saindo da Paraíba e passando pelo Pernambuco;
d) 1 ônibus saindo de Alagoas e passando por Sergipe;

Os deslocamentos dos 20 EES dos estados do Nordeste, Centro-Oeste, Sudeste e Sul
inscritos serão custeados pela coordenação da II Feira Nacional de Economia Solidária,
com recursos do Projeto Nacional de Comercialização Solidária, por meio de ônibus
locados para este fim. Será custeado somente o ônibus que saíra de cada capital dos
estados, o deslocamento da cidade de origem até a capital será custeado pelo próprio
EES/FEES, bem como a alimentação durante a viagem de ida e de volta.
Para a Bahia, os deslocamentos até a capital serão custeados pelo Governo do Estado,
através do Programa Bahia Solidária, após a aprovação da inscrição pela Comissão de
Mobilização da VI Feira Baiana de Economia Solidária e Agricultura Familiar.
Em Salvador, cada delegação de EES inscrita na II Feira terá a hospedagem, a alimentação
e o deslocamento entre o hotel e a feira custeados.
Os fóruns estaduais poderão ainda enviar outras representações que não tenham sido
selecionadas, desde que arquem totalmente com os custos de transporte, alimentação e
hospedagem. Vale destacar ainda, que estas representações não terão espaço a mais na
feira, além daquele que será determinado para os representantes selecionados.
As diversas entidades, movimentos sociais, gestores públicos que desenvolvem ações de
Economia Solidária devem contribuir na mobilização dos empreendimentos, mas estes
últimos deverão assumir o protagonismo do processo.
Por fim, lembramos a todos e todas que os/as participantes do evento devem preencher o
formulário de inscrição em anexo.
Importante:
Será cobrada uma taxa única de inscrição no valor de R$10,00. Esse valor será entregue no
momento do credenciamento no local da Feira. Lembramos que essa taxa será usada em
quaisquer eventualidades durante todo o evento. Lembre-se de trazer uma cópia da ficha
de inscrição do seu grupo.
4. Atividades previstas durante o evento
Teremos 600 expositores, sendo 20 expositores para cada estado e 80 para o estado da
Bahia que realizará a sua feira estadual.
Com relação à infra-estrutura da Feira, contaremos com espaço (1,20 X 1,80 m) todo
coberto para todos os empreendimentos e espaço destinado à alimentação (almoço e
jantar). O café da manhã será no local de hospedagem. Não há estrutura diferenciada
para os EES que trabalham com alimentação (não dispomos de fogão ou ponto de água,
por exemplo). Teremos frízer com disponibilidade de 6 litros para cada estado, esta
demanda por parte do EES deverá constar na ficha de inscrição.
Serão realizadas várias atividades formativas que vão acontecer durante o dia. A
comercialização acontecerá das 16h às 22h.
Importante:
As inscrições e outras informações devem ser feitas no site:
http://cirandas.net/feiranacionaldeeconomiasolidaria

Pernambuco Realizará Encontro do Forum Estadual de Economia Solidária no dia 22/11/2010

O Fórum de Economia Popular Solidária de Pernambuco - FEPS-PE, realizará encontro no dia 22/11/2010, na pauta para este encontro alem de outros assuntos, consta propostas de mudanças no Regimento Interno do FEPS-PE e a eleição da Secretaria Executiva do FEPS-PE.

Local: Secretaria de Meio Ambiente (SECMA) - ao lado da Torre Malakoff na Praça do Arsenal - Bairro do Recife Antigo - Recife - Pernambuco.

08:30 - Primeira Chamada para abertura
09:00 - Segunda Chamada e Inicio dos Trabalhos - Regimento Interno do FEPS-PE
12:30 - Almoço
14:00 - Reinicio dos Trabalhos - Apresentação do Organograma do FEPS-PE
14:30 - Eleição Para Secretaria Executiva do FEPS-PE
16:00 - Proposta de Cronograma Para 2011
17:00 - Encerramento

Artur Melo.

quarta-feira, 17 de novembro de 2010

Presidente Lula Estará na Última Reunião do Ano do Conselho Nacional de Ecosol


Fonte: FBES, 16/11/2010

A reunião acontecerá nas próximas quarta e quinta-feira, dias 17 e 18/11. O Conselho entregará ao presidente o relatório final da II Conferência Nacional de Economia Solidária. Na ocasião o presidente assinará 2 decretos importantes para o avanço da inserção da economia solidária nas políticas públicas do Estado Brasileiro: o PRONINC - Programa Nacional de Incubadoras de Cooperativas Populares e o SNCJS – Sistema Nacional de Comercio Justo e Solidário. A solenidade de entrega dos documentos ao presidente Lula está prevista para o primeiro dia de reunião.

Na tarde do dia 17, logo após o ato, o Fórum Brasileiro de Economia Solidária (FBES) organiza uma reunião junto aos conselheiros da sociedade civil. A pauta desta reunião será uma análise de conjuntura da economia solidária no país. O objetivo é refletir sobre os cenários possíveis das políticas de ecosol no Governo da Presidenta Dilma, além de enxergar os avanços, conquistas e desafios resultantes das eleições 2010 (tanto no executivo federal e estadual quanto no legislativo). Neste sentido o FBES apresentará um levantamento realizado nos Encontros Regionais, a respeito dos integrantes de governos e parlamentares eleitos nestas eleições que são aliados à Economia Solidária.

Outro momento desta reunião da sociedade civil será dedicado a debater as tarefas e a agenda política dos atores e atrizes da sociedade civil para o período de transição governamental que se inicia.

Conheça o SNCJS
Fonte: Faces do Brasil

O Sistema Nacional de Comércio Justo e Solidário”, ou, SNCJS é um conjunto de parâmetros: conceitos, princípios, critérios, atores, instâncias de controle e gestão, organizados em uma estratégia única de afirmação e promoção do Comércio Justo e Solidário em nosso país. Organizado em um documento que mescla mecanismos de regulamentação e de fomento, o SNCJS pretende se consolidar como política pública, através da promulgação de uma lei que o institucionalize. O SNCJS oficializa o reconhecimento pelo Estado Brasileiro do Comércio Justo e Solidário como política social de enfrentamento das desigualdades sociais e da precariedade das relações de trabalho. E, econômico, por proporcionar uma identidade aos produtos e serviços da Economia Solidária, agregando valor e conceito aos mesmos, e, assim, ampliando suas oportunidades de venda.

PRONINC
Fonte: www.finep.gov.br

O cooperativismo popular é uma forma de organização social que gera emprego e renda, mantendo relação direta com a melhoria da qualidade de vida dos estratos mais pobres da população. Para que as cooperativas populares sejam viáveis economicamente e sustentáveis socialmente, é necessário que possuam capacidade de autogestão, o que pode ser desenvolvido e aperfeiçoado pelas universidades.

Em 1997 foi criado o PRONINC - Programa Nacional de Incubadoras de Cooperativas Populares, tendo como signatários a FINEP, o Banco do Brasil, a FBB e o COEP. Em 2003, a FINEP e a Fundação Banco do Brasil, em parceria com a Secretaria Nacional de Economia Solidária (SENAES), do Ministério do Trabalho e Emprego, retomaram a discussão sobre os rumos do PRONINC, decidindo financiar novas Incubadoras de Cooperativas e dar apoio à manutenção das incubadoras em operação.
O objetivo essencial do PRONINC é utilizar o conhecimento e a capacidade existentes nas universidades para a constituição de empreendimentos cooperativos que proporcionem trabalho e renda. As universidades se envolvem com o PRONINC de duas formas: promovendo atividades de apoio à formação e desenvolvimento de cooperativas ou associações produtivas, principalmente através de Incubadoras Tecnológicas de Coo perativas Populares; e realizando pesquisas que visem a produzir conhecimentos relevantes para a consolidação da metodologia de incubação.

Convocatória II Feira Nacional de Economia Solidária



Fonte: IMS - Instituto Marista de Solidariedade

II Mostra Nacional de Economia Solidária I Seminário de Comercialização Solidária VI Feira Baiana de Economia Solidária e Agricultura Familiar 8 a 12 de dezembro de 2010 na Praça Wilson Lins (Pituba) -Salvador/BA PRAZO DE INSCRIÇÃO: 12 A 24 DE NOVEMBRO DE 2010

Convocatória
A Secretaria Nacional de Economia Solidária – SENAES, o Fórum Brasileiro de Economia Solidária – FBES, o Instituto Marista de Solidariedade – IMS, o Fórum Baiano de Economia Solidária e a Superintendência de Economia Solidária – SESOL do Governo do Estado da Bahia e seus parceiros têm a honra de convocar Empreendimentos, Gestores e Assessorias de Economia Solidária, de todos os estados brasileiros, para participarem do processo de seleção de expositores para a II Mostra Nacional e VI Feira Baiana de Economia Solidária e Agricultura Familiar.

1. Objetivos do evento
Contribuir para a visibilidade e fortalecimento da Economia Solidária no Brasil, afirmando uma identidade nacional comum entre os diversos atores envolvidos com a Economia Solidária, respeitando as diversidades regionais, bem como propiciar a integração e sinergia destes atores junto às diversas manifestações que ocorrerão no âmbito dos eventos, com uma metodologia educativa e participativa nas exposições.

Fazem parte dos objetivos também a perspectiva de avanço na construção de metodologias de autogestão para as feiras de economia solidária e a realização de seminários e debates sobre temas que contribuam para fortalecer a Economia Solidária no Brasil.

2. Critérios de Seleção
Os Fóruns e Redes Estaduais de Economia Solidária indicarão, à comissão organizadora da feira, as organizações e os empreendimentos que poderão representar o estado no evento. Pedimos especial ajuda para os integrantes da coordenação executiva e nacional do Fórum Brasileiro de Economia Solidária para este momento, com base nos seguintes critérios:

a. Inscrever até 20 participantes por estado, garantindo a representação da diversidade organizativa que compõem a Economia Solidária nos estados; b. Garantir a representação de Empreendimentos Econômicos Solidários (EES), formais e informais, rurais e urbanos; c. Garantir a presença de EES dos vários setores, tais como os de produção, comercialização, transformação, crédito, consumo e outros, de acordo com a realidade de cada estado; d. Garantir a representação de redes e cadeias produtivas organizadas por Empreendimentos de Economia Solidária; e. Garantir que a representação enviada contemple a diversidade de gênero, raça e etnia de cada estado. f. Garantir a participação de experiências e iniciativas inovadoras no campo da Economia Solidária; g. Garantir a presença de EES quilombolas, indígenas, pessoas com deficiência e usuários de saúde mental (CAPS); h. Garantir pelo menos 01 indicação de 01 grupo de um ponto de cultura em cada delegação estadual.

A comissão estadual decidirá sobre a seleção das indicações, considerando os critérios apontados anteriormente e irá encaminhar as fichas de inscrição para a coordenação nacional.

Importante:
Quanto aos produtos, estes devem estar etiquetados e listados para fins de controle do estoque, acompanhados de Nota Fiscal emitida como produtos para a II Mostra Nacional e VI Feira Baiana de Economia Solidária e Agricultura Familiar.

As listagens com a inscrição de até 20 EES selecionados pelos Fóruns Estaduais das regiões Nordeste, Centro-oeste, Sudeste e Sul (AL, CE, GO, ES, MA, MT, MS, MG, PB, PR, PE, PI, RJ, RN, RS, SP, SC, SE, TO e do DF) deverão ser enviadas para a coordenação nacional, no site da II Feira, http://cirandas.net/feiranacionaldeeconomiasolidaria.

Para a Região Norte iremos bancar por via área até o Maximo de 5 EES de cada estado. Caso o estado tenha condições de bancar os outros 15 poderá fazer a inscrição destes levando em conta os mesmos critérios que os demais.

As indicações do Fórum Baiano deverão ser enviadas para o Centro Público de Economia Solidária – CESOL, no endereço: Rua Álvares Cabral, nº. 16, Prédio Oscar Cordeiro (antiga Junta Comercial da Bahia), bairro Comércio – CEP 40.015-330 – Salvador – BA. Tel/Fax: (71) 3117-1589 – e-mail: iifnes@gmail.comEste endereço de e-mail está sendo protegido de spam, você precisa de Javascript habilitado para vê-lo

Para mais informações entrar em contato, pelo site acima e/ou por telefone, para o Projeto Nacional de Comercialização Solidária, no seguinte endereço: IMS –Tel.: (61) 3321-4955, (61) 3224-1100, Fax: (61) 3226-6422, ou no Fórum Brasileiro de Economia Solidária FBES no telefone: (61) 3202-0427.

3. Metodologia de mobilização para o evento
Cada Fórum Estadual deve nomear uma comissão estadual, para organizar a participação dos seus representantes. Pelo projeto nacional de comercialização teremos as seguintes referências:

Nordeste, contato Auxiliadora e Iraides, com os seguintes roteiros:

a) 1 ônibus saindo do Maranhão e passando pelo Piauí; b) 1 ônibus saindo do Ceará e passando pelo Rio Grande o Norte; c) 1 ônibus saindo da Paraíba e passando pelo Pernambuco; d) 1 ônibus saindo de Alagoas e passando por Sergipe;

Centro-oeste, contato Rosane e Vera com os seguintes roteiros:

e) 1 ônibus saindo do Mato Grosso do Sul e passando por Goiás; f) 1 ônibus saindo do Mato Grosso e passando por Tocantins;

Sul e Sudeste, contato Maribel e a Vânia, com os seguintes roteiros:

g) 1 ônibus saindo do Rio Grande do Sul e passando por Sta. Catarina; h) 1 ônibus saindo do Paraná e Passando por São Paulo; i) 1 ônibus saindo do Espírito Santo e passando por Minas Gerais;

Norte e DF, contato direto com o IMS em Brasília.

Os deslocamentos dos 20 EES dos estados do Nordeste, Centro-Oeste, Sudeste e Sul inscritos serão custeados pela coordenação da II Feira Nacional de Economia Solidária, com recursos do Projeto Nacional de Comercialização Solidária, por meio de ônibus locados para este fim. Será custeado somente o ônibus que saíra de cada capital dos estados, o deslocamento da cidade de origem até a capital será custeado pelo próprio EES/FEES, bem como a alimentação durante a viagem de ida e de volta.

Para os estados do Norte (AC, AM, RR, RO, AP, PA), será custeada a viagem de 05 EES por estado, por transporte aéreo, seguindo as mesmas regras para o deslocamento terrestre.

Para a Bahia, os deslocamentos até a capital serão custeados pelo Governo do Estado, através do Programa Bahia Solidária, após a aprovação da inscrição pela Comissão de Mobilização da VI Feira Baiana de Economia Solidária e Agricultura Familiar.

Em Salvador, cada delegação de EES inscrita na II Feira terá a hospedagem, a alimentação e o deslocamento entre o hotel e a feira custeados.

Os fóruns estaduais poderão ainda enviar outras representações que não tenham sido selecionadas, desde que arquem totalmente com os custos de transporte, alimentação e hospedagem. Vale destacar ainda, que estas representações não terão espaço a mais na feira, além daquele que será determinado para os representantes selecionados.

As diversas entidades, movimentos sociais, gestores públicos que desenvolvem ações de Economia Solidária devem contribuir na mobilização dos empreendimentos, mas estes últimos deverão assumir o protagonismo do processo.

Por fim, lembramos a todos e todas que os/as participantes do evento devem preencher o formulário de inscrição em anexo.

Importante
Será cobrada uma taxa única de inscrição no valor de R$10,00. Esse valor será entregue no momento do credenciamento no local da Feira. Lembramos que essa taxa será usada em quaisquer eventualidades durante todo o evento. Lembre-se de trazer uma cópia da ficha de inscrição do seu grupo.

4. Atividades previstas durante o evento
Teremos 600 expositores, sendo 20 expositores para cada estado e 80 para o estado da Bahia que realizará a sua feira estadual.

Com relação à infra-estrutura da Feira, contaremos com espaço (1,20 X 1,80 m) todo coberto para todos os empreendimentos e espaço destinado à alimentação (almoço e jantar). O café da manhã será no local de hospedagem. Não há estrutura diferenciada para os EES que trabalham com alimentação (não dispomos de fogão ou ponto de água, por exemplo). Teremos frízer com disponibilidade de 6 litros para cada estado, esta demanda por parte do EES deverá constar na ficha de inscrição.

Serão realizadas várias atividades formativas que vão acontecer durante o dia. A comercialização acontecerá das 16h às 22h.

Importante

As inscrições e outras informações devem ser feitas no site: http://cirandas.net/feiranacionaldeeconomiasolidaria

terça-feira, 16 de novembro de 2010

CAMPANHA PARA AS PESSOAS QUE SOFRERAM O ACIDENTE NO QUILOMBO DE CONCEIÇÃO DAS CRIOULAS.


Fonte:"Rozeane Mendes" rozequilombola@gmail.com AQCC - Salgueiro - Pernambuco.

Passado o momento de susto e ainda em momento de oração pelas pessoas hospitalizadas e também pelas famílias daquelas que partiram, iniciamos uma campanha para arrecadação de recursos para custar as despesas das mesmas, despesas com funerais, tratamentos médicos e outros necessários a exemplos de manutenção dos que acompanham as vitimas em hospitais, estamos precisando também de doações de sangue para os que estão necessitando a exemplo de Maria da Penha da Silva, pois a mesma esta tomando sangue para repor o que perdeu.
Infelizmente ainda não temos um quadro definitivo da situação de todas(os) que estão hospitalizados, por este motivo não temos ainda como dizer quem esta precisando do que e de quanto, mas nos comprometemos em passar todos os detalhes assim que tiver em mãos.
Na oportunidade agradecemos a solidariedade de todos e todas que estão nos ajudando de alguma forma, seja com sua presença, com o apoio moral, com palavras de conforto, com recursos financeiros, com infra-estruturas, e todos os tipos de ajudas direcionadas a todos e todas nós que fomos afetados por este trágico acidente.

CONTAS PARA DOAÇÕES:

PARA OS QUE ESTÃO EM RECIFE.

Titular: Centro de Cultura Luiz Freire-CCLF
BANCO DO BRASIL
Agência:2365-5
Conta Corrente: 15.871-2

PARA OS QUE ESTÃO EM SALGUEIRO E PETROLINA

TITULAR: ASSOCIAÇÃO QUILOMBOLA DE CONCEIÇÃO DAS CRIOULAS-AQCC
BANCO DO BRASIL
AGENCIA: 0870-2
CONTA CORRENTE: 12.062-6
CNPJ: 04.521.261/0001-08

Nome para doação de sangue “no momento”:
Maria da Penha da Silva
Quilombo de Conceição das Crioulas
Salgueiro-PE

Associação Quilombola Conceição das Crioulas - Comunicado.


Fonte: Em 12/11/2010 09:03, Rozeane Mendes < rozequilombola@gmail.com > escreveu:

Aos amigos conhecidos e parceiros de luta.

No dia 10 que passou aconteceu um trágico acidente de carro no percurso de Conceição a Salgueiro, neste iam várias pessoas que nos ajudam a desenvolver as ações da AQCC e estavam indo participar de mais uma atividade educativa promovida por diversos parceiros. Neste momento nos sentimos em uma senssação de impotência muito grande, todas as pessoas desta comunidade são muito importante, mas as companheiras que perdemos davam uma contribuição especial para esta comunidade através das comissões que faziam parte.

Rosa Doralina Mendes Componente da Comissão de Mulheres, professora aposentada, mas que preferio dar um sentido para a sua vida participando de cursos profissionalizante de corte costura e logo em seguida socializar seus aprendizados para as outras mulheres da comunidade através de oficinas de artesanato em tecidos de algodão com o que produzia lindas saias com a história da comunidade escrita e depois bordada.

Luiza Maria da Silva Componente da Comissão de Mulheres, artesã também com tecidos de algodão e fibra de caroá. Coordenadora do grupo de artesãs, e do grupo de processadoras de frutas nativas, colaboradora em todos os momentos de luta em defesa da efetivação das políticas públicas para as comunidades quilombolas.

Girlene Rosa componente dos grupos de: jovens, percussão e dança afro, esportista e atuante no trabalho com crianças através do Projeto Crescendo Juntos da AQCC financiado por ACTIONAID.

Como se ver estas mulheres colaboraram e muito para o fortalecimento da vida dígna neste território, então perder de rempente nestas circustâncias é muito doloroso.

Estamos mais uma vez buscando força em nós mesmos e nos nossos parceiros e parceiras para segurar mais esta tarefa tão ardua que é a perda de pessoas tão importante na luta quilombola.

Junto com todos(as) tambem torcemos pela rápida recuperação das pessoas que sobrevireram ao acidente mais tiveram que ser hospitalizadas em estado gráve em especial o Antonio Francisco(Cem) Coordenador do Projeto Construindo um Sertão Sustentável e Valdeci Maria de Oliveira coordenadora do projeto AZIONE DONA também da AQCC e financiado por ACTIONAID o estado de saúde desses no momente nos traz maiores preocupações.

Muito obrigada a todas as pessoas e organizações que vem nos apoiando incansalvelmente.

AXE A TODOS

Rozeane Mendes
AQCC - Salgueiro - Pernambuco.

Nos que fazemos o Blog Economia Solidária Em Pernambuco, juntamente com todos que fazem parte da UNEES (União de Empreendedores da Economia Solidária) registramos nosso pezares e estaremos aqui torcendo para a recuperação dos companheiros e companheiras. Que Deus ilumine a todos/as.

quinta-feira, 11 de novembro de 2010

ADIADA Reunião da Rede de Educadores de Pernambuco

Fonte Ana Dubeux - CFES-NE

Ola pessoal
A comissão que estava preparando a reunião da rede de educadores em economia solidária, em função de diferentes motivos (dificuldades de articulação, divulgação, etc.) decidiu adiar a reunião de rede. Consideramos que realizando três reuniões em 2011 teriamos mais fôlego para consolidar o trabalho da rede e ao mesmo tempo poder trabalhar melhor a mobilização.
Um abraço

Ana Dubeux
Professora Adjunta do Departamento de Educação UFRPE
+33 (0)236370042
+33 (0)640128510
+55 (81) 92406049
+55 (81) 33206585
skype: ana.dubeux

quarta-feira, 10 de novembro de 2010

Programação do VI Seminário de Sensibilização ao Cooperativismo e Associativismo

VI Seminário de Sensibilização ao Cooperativismo e Associativismo

“A Economia Solidária e Outras Formas de Desenvolvimento”.
Seminário Nacional em homenagem a Enrico Giusti e Claudia degli Esposti

PROGRAMA

Dias 11 e 12 de Novembro
Local: AUDITÓRIO DA PARÓQUIA DA SOLEDADE
AV. Oliveira Lima, 1029 – Boa Vista – Recife – Pernambuco

Dia 11
Manhã:

8h Entrega de material
9h - Mesa 1: Abertura: Pr. Armindo Nascimento – Projeto Ramá; Arildo Mota Lopes - UNISOL Brasil; Artur Henrique da Silva Santos – Presidente CUT Nacional; Conrado Hernández – ISCOD/UGT-PV(ES); Giorgio Graziani - ISCOS/Cisl-ER(IT); Alessia Benizzi –Região Emilia-Romagna no Brasil (IT); Representante do CEEPS; Paul Singer – SENAES-MTE; João da Costa – Prefeitura da Cidade do Recife; Eduardo Campos – Governo do Estado de Pernambuco

9:30 Marisa Baena (ISCOD-UGT P.V.)- Apresentação do projeto “Centro de promoção do trabalho para jovens e mulheres”
9:45 - Mesa 2: Euclides Mance –– Filósofo e um dos principais teóricos da Economia Solidária –– Tema: “A Economia Solidária e Outras Formas de Desenvolvimento”
10:15 Debate
10:45h - Mesa 3: Troca de experiências de empreendimentos econômicos solidários:
Pernambuco : Cristina Souza –– Confecção e customização (Ateliê Moda Recife)
São Paulo: Nair Martins Rodrigues –– Cooperativa de Prestadores de serviços, Educação Ambiental e Coleta de Óleos – (Cooperselecta)
Ceará – ADEC (Justa Trama)
12:30 - Debate
13h - Intervalo: Almoço

Tarde:
14:00 Grupos de Trabalhos
16:00 Plenária
18h Encerramento

Dia 12

Manhã:
8:30 - Mesa 1: Marcelo Mauad “Economia Solidária – Assessor Jurídico UNISOL Brasil Tema: “Marco Legal” ;
Alessandro Alberani – Secretário CISL Bologna – Tema: “Economia Solidaria: experiências na Italia”
9:30 Debate
10h Mesa 2 - Troca de experiências de empreendimentos econômicos solidários:
Pernambuco: Luis Damião – Agricultura familiar e agroecologia - (Associação de Produtores Agroecológicos e moradores das comunidades de Imbé, Marrecos e sítios vizinhos - ASSIM)
Ceará: Noêmia Onofre – Artesanato – (Arte D’Elas mais Eles)
Piauí: Edmilson Nunes da Costa – Apicultura – (Casa APIS)
Amazonas: Terezinha Rosenhaim – Artesanato – (ARTETABA) - Rede Trama da Mata
12h Debate
12:30 Intervalo: Almoço

Tarde:

14h Grupos de Trabalhos
16h Plenária
18h Confraternização
Visão do documentário “O Brasil de Enrico”
Apresentações Grupos Culturais (Econômicos solidários)

Encerramento

Planejamento Estratégico do Fórum de Economia Popular Solidária -Região Metropolitana do Recife.


Em Reunião do FEPS-RMR no dia 08/11 foi marcado para o dia 17/01/2011 o encontro para a realização do Planejamento Estratégico do FEPS-RMR. A equipe de organização do encontro formada por Ângelo Zanré (Cáritas Reg. NE2), Dilce Feitosa (GAESC), Fabio Roberto (MAPRA), Felipe Moraes (Incubação/FAFIRE) e Beatriz Santos (UNEES) ficará incumbida da preparação e definição de local para o evento.

Região Metropolitana do Recife Faz Nova Eleição Para Representação no FEPS-PE.



O Fórum de Economia Popular Solidária da Região Metropolitana do Recife fez no dia 08 de novembro nova eleição para recompor o quadro de representantes da Regional Metropolitana. A nova composição ficou assim:





Empreendimento:
- Vani Mariss – Redartesan – Recife - Titular;
- Sônia Leal – Rede de Mulheres Produtoras da Cidade do Paulista – Paulista - Titular;
- Fabio Roberto – MAPRA – Paulista – Suplente;
- Silvia Regina – MVA (Mudando a Vida Com Arte) – Recife – Suplente;

Assessoria:
Felipe Moraes – Incubação/FAFIRE - Titular;
Telma Andrade – ACAAPE – Suplente;

Gestores:
Val Peregrino – DEPSOL/PCR;
Rosa Reis – SRTE-PE.

Prefeitura do Recife Convida Para Discussão Sobre a Criação de Fórum Municipal de Economia Solidária.

Fonte: Paula Marinho - DEPSOL/SCTDE/PCR

Com o propósito de reiniciar a discussão sobre a criação do Fórum Municipal, logo então difundir o movimento de Economia Solidária, o seu conceito e sua prática contribuindo para inclusão social. A Diretoria de Economia Solidária (DEPSOL)Convida os interessados a participar da reunião sobre a criação do regimento interno e a central de comercialização, no próximo dia 18/11/2010 no Auditório da Casa Brasil (CPPTR) na AV. Norte, 5600, Casa Amarela (Centro Público) apartir das 9:00 hrs.

Cáritas Diocesana de Pesqueira realiza atividades na Semana da Solidariedade 2010




Fonte: Patricia Tenorio - Cáritas Diocesana de Pesqueira.
Solidariedade: Qual o nosso olhar?"

A Cáritas Diocesana de Pesqueira realiza de 05 á 12 de Novembro a Semana da Solidariedade com o tema: Solidariedade: Qual o nosso olhar? Evento este que tem por objetivo sensibilizar a população para gestos concretos de solidariedade, desenvolvendo assim diversas atividades na cidade de Pesqueira e em municipios vizinhos através das Cáritas Paróquias: Quitéria Abigail, Cruzeiro de Poção, Dom Helder Câmara, Santana de Buique, Santa Clara de Assis que conosco assumem o compromisso de contribuir para a construção de uma sociedade mais justa e igualitária.

A programação da Semana da Solidariedade teve inicio no dia 05 de Novembro com o Bazar Solidário realizado pela Cáritas Paroquial Quitéria Abigail na cidade de Jataúba/PE, onde com o apoio dos comerciantes e membros da comunidade puderam expor produtos como: roupas, calçados, alimentos e utensílios que foram vendidos a preço popular permitindo o acesso de toda população. Já no dia 06 na cidade de Pesqueira aconteceu a primeira Feira de Economia Popular Solidária contando com a presença das Cáritas Paroquiais, participantes da Assembléia Diocesana de Pastoral, membros das comissões municipais da ASA, bem como entidades que a Cáritas Diocesana de Pesqueira desenvolve ações em parceria como as Secretarias Municipais de Educação, Assistência Social, Escolas Públicas e outros. Momento este que foi marcado com muita simplicidade com a presença de crianças e adolescentes dos grupos culturais de Jataúba e Tupanatinga contagiando o povo de forma animada e criativa para uma participação ativa na feira.

Seguindo a programação no dia 07 tivemos o Encontro de Formação de Economia Popular Solidária onde contamos a presença de Ângelo e Bihel da Cáritas Regional Nordeste II e a assessoria de Artur Melo da UNEES da Cidade do Recife e Dona da Paz do ARTGRAVATÁ de Gravatá, ajudando-nos a entender o verdadeiro sentido da Economia Popular Solidária, apresentando assim a sua importância para a organzição dos grupos locais. Contamos com a participação de 30 pessoas que de forma indireta desenvolvem iniciativas de Economia Popular e Solidária nas comunidades rurais e urbanas.

Dando continuidade a programação a Cáritas Diocesana de Pesqueira continuará realizado a Semana da Solidariedade, com atividades diversas nas paroquias. Confira a programação que
acontecerá até o dia 12 de novembro.

09/11 - Bazar Solidário: Praça Dom José Lopes - 17hs
Responsável: Cáritas Diocesana de Pesqueira

10/11 - Dia da Solidariedade - Durante todo o dia
Responsável: Cáritas Paroquial Santana de Buique

11/11 - Momento de partilha e convivência solidária - 16hs
Responsável: Cáritas Paroquial Cruzeiro de Poção

12/11 - Seminário: Solidariedade: Qual o nosso olhar? - 14h
Local: CEDEC/Serra das Varas - Arcoverde
Responsável: Cáritas Paroquias e Cáritas Diocesana


Confira em anexo as fotos das atividades já realizadas.
Cáritas Diocesana de Pesqueira


FENEARC


Segue cartaz da FENEARC divulguem, participem, prestigiem.

sexta-feira, 5 de novembro de 2010

CONSELHO ESTADUAL DE ECONOMIA POPULAR SOLIDÁRIA DE PERNAMBUCO -CEEPS-PE COMUNICA.

COMUNICADO: COORDENAÇÃO EXECUTIVA
CONSELHO ESTADUAL DE ECONOMIA POPULAR SOLIDÁRIA DE PERNAMBUCO -CEEPS-PE


Prezados(as) Conselheiros(as)

Comunicamos que a reunião ordinária prevista para ser realizada ontem, dia 03/11/2010, as 14h00minh, foi realizada sem o Carter deliberativo, como versa o Art. 10, &1º do Regimento Interno.

Art. 10 – As reuniões serão iniciadas, em primeira convocação com a presença mínima da metade mais um de seus representantes.

§1° As reuniões serão iniciadas, em segunda convocação, a ser realizada trinta minutos após a primeira, com qualquer número de representantes presentes, sem caráter deliberativo.

Neste sentido, solicitamos o comparecimento de todos(as) os(as) Conselheiros(as) nas Reuniões Ordinárias, uma vez que a sua ausência impossibilita as deliberações da pauta. Lembramos que, conforme deliberação regimental, a falta em 03 reuniões seguidas poderá ocasionar a substituição dos Conselheiros(as), conforme Art.15.

Art. 15 – Compete a Coordenação do CEEPS:
I – encaminhar as deliberações do Plenário e manter sob a sua guarda e responsabilidade a documentação e memória do Conselho;
II – coordenar as Câmaras Técnicas e Grupos de Trabalho;
III – coordenar a Secretaria;
IV – oferecer subsídios para a formulação e deliberação do Conselho;
V – Solicitar aos órgãos, secretarias e instituições da sociedade civil a substituição de conselheiros que faltarem a mais de 03 (três) Reuniões Ordinárias seguidas;
VI – Submeter os nomes dos Conselheiros(as) substitutos para serem referendados na primeira plenária posterior as novas indicações.

Sendo assim, a reunião tratou apenas do ponto de pauta informes, os quais descrevemos abaixo:

• Reunião da Câmara Temática de Comercialização
Dia: 08/11/10
Horário: 15h30minh
Local: FAFIRE (Sala INCUBAÇÃO)

• Reunião do Grupo de Trabalho para Elaboração do Plano de Invenção para apoio aos empreendimentos da Mata Sul
Dia: 09/11/10
Horário: 14h00minh
Local: SEJE (Sala Gerencia Economia Solidária)

• Feira de Negócios do Artesanato de Camaragibe – I FENEARC.
Dia: 02 a 05 de dezembro de 2010
Local: Praça de Eventos, localizado na Vila da Fábrica, Camaragibe/PE

• Feira de Exposição de Animais - Cordeiro.
Dia: 07 a 12 de novembro de 2010
Local: Exposição de Animais, Recife/PE

• Exposição de Produtos Natalinos.
Dia: 20 de novembro até recesso do TRT/PE
Local: Tribunal Regional do Trabalho/PE

• Cursos de Produtos Reciclados ACAAPE/DRS-B/B.
CONTATO: Silvia 86476433/32214304
E-mail: tutuinha.nogueira@hotmail

Quanto a Feira de Negócios do Artesanato de Camaragibe e a Exposição de Produtos Natalinos, estamos propondo que os Conselheiros(as) encaminhem fotos dos produtos de empreendimentos econômicos solidários indicados por vocês para a Coordenação Executiva da CEEPS-PE, através de CD (identificando o evento) entregue na Secretaria Especial de Juventude e Emprego/Gerencia de Economia Solidária. Os empreendimentos econômicos solidários que participarão dos dois eventos serão selecionados pela Coordenação Executiva do CEEPS-PE, juntamente com os Conselheiros que comparecerem a reunião especifica para seleção dos produtos.

No caso da Exposição de Produtos Natalinos, o prazo de entrega do CD será dia 12/11/2010. A reunião especifica para seleção dos produtos para este evento será dia 16/11/2010, 15h00minh, na SEJE.

A Feira de Negócios do Artesanato de Camaragibe terá como prazo de entrega do CD o dia 18/11/2010. A reunião especifica para seleção dos produtos para este evento será dia 19/11/2010, 15h00minh, na SEJE.

A exposição de Animais do Cordeiro, ainda está pendente, pois precisamos de uma confirmação da Secretaria de Agricultura quanto à disponibilidade do stand.


ASSINADO
Rosana Pontes
Coordenadora Geral do CEEPS-PE

quinta-feira, 4 de novembro de 2010

III Congresso Estadual dos Catadores de Materiais Recicláveis de Pernambuco e o I Encontro dos Catadores de Materiais Recicláveis do Nordeste



Fonte: Coordenação do FÓRUM LIXO E CIDADANIA DE PERNAMBUCO - FLIC-PE

O Fórum Estadual Lixo e Cidadania de Pernambuco (FLIC-PE) em parceria com o Movimento Nacional dos Catadores de Materiais Recicláveis (MNCR), está apoiando e organizando o III Congresso Estadual dos Catadores de Materiais Recicláveis de Pernambuco e o I Encontro dos Catadores de Materiais Recicláveis do Nordeste, os quais ocorrerão nos dias 11, 12 e 13 de novembro de 2010, no Auditório da AESA (Autarquia de Ensino Superior de Arcoverde).

Este evento conta com a cooperação da Representação no Brasil da UNESCO, execução do PANGEA Centro de Estudos Ambientais, realização do Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome e apoio do Instituto de Tecnologia de Pernambuco (ITEP) e da Prefeiturade Arcoverde.

Segue em anexo os folders de ambos eventos.

Atenciosamente,

Bertrand Sampaio de Alencar
Alice Domingues

Coordenação do FÓRUM LIXO E CIDADANIA DE PERNAMBUCO - FLIC-PE

terça-feira, 2 de novembro de 2010

Empreendimentos da Região Metropolitana do Recife Estimulados a Usarem o Cirandas e Mostrarem Suas Marcas.


Realizado em Recife nos dias 28 e 29 de outubro, o 2º môdulo do Curso de Capacitação para Empreendimentos da Economia Solidária da Região Metropolitana do Recife (CAPES-RMR) . O Curso Coordenado pela Caritas Regional NE 2, com o apoio da Incubação/FAFIRE e UNEES, teve como um dos pontos principais a realização de uma oficina sobre o uso do Ciranda.net para os empreendedores. "Sentimos a necessidade de divulgar-mos o Cirandas e suas informações para que os empreendimentos possam fazer um bom uso desta ferramenta virtual" disse Artur Melo. O curso também está procurando junto aos empreendimentos divulgarem suas marcas para o fortalecimento da Economia Solidária. "Achamos muito importante tornar publica estas marcas dos empreendimentos, só assim deixaremos de sermos invisível ao publico". Completou Artur Melo. Segundo o Coordenador da Caritas Regional NE 2, Ângelo Zanré explica que é de muita importância o fortalecimento dos empreendimentos e sua conscientização para a participação nos Fóruns de Economia solidária.

Curso de Capacitação para Empreendimentos Solidários da Região Metropolitana do Recife (CAPES-RMR).


Noticias sobre o CAPS-RMR (Cáritas NE 2)

A Cáritas Brasileira Regonal NE 2 realizou nos dias 28 e 29 de outubro na cidade de Recife o 2º môdulo do Curso de Capacitação para Empreendimentos Solidários da Região Metropolitana do Recife (CAPES-RMR). Neste môdulo os participantes receberam informações e orientações sobre: Qualidade Para Produtos e Empreendimentos, A utilização de Marcas, Logomarcas e símbolos pelos empreendimentos e sua importância dentro do movimento da Economia Solidária, Conceitos básicos sobre Divulgação dos Empreendimentos e Produtos e sobre comercio Virtual onde foi mostrado como funciona o Cirandas.Net do Fórum Brasileiro de Economia Solidária (FBES) alem de outros sites de comercialização solidária. Na ocasião foi feita alguns cadastros de empreendedores no Cirandas.Net. O Curso que é uma realização da Cáritas Brasileira Regional NE 2 em parceria com a UNEES (União de Empreendedores da Economia Solidária) e Incubação/FAFIRE já esta em seu 2º ano e tem a finalidade de capacitar e fortalecer empreendimentos e incentivar a sua participação no Fórum de Economia Popular Solidária de Pernambuco. Na ocasião o Sr. Ângelo Zanré representante da Cáritas Regional NE 2 deu as boas vindas aos participantes falando sobre a importância e a força que tem os empreendimentos dentro dos Fóruns de Economia Solidária.


CFES-NE-PE Realiza Oficina em São Joaquim do Monte – PE



O Centro de Formação em Economia Solidária do Nordeste - PE (CFES-NE-PE) realizou nos dias 23 e 24 de outubro na cidade de São Joaquim do Monte no agreste pernambucano, uma oficina de formação de educadores sobre Economia Solidária. Tendo os facilitadores Fabio Roberto (MAPRA) e Artur Melo (UNEES) na coordenação deste evento, e com um grupo bastante motivado, foi lançada a proposta da criação de um grupo de ação em Economia Solidária de São Joaquim do Monte.
O grupo indicará uma representante para ir ao Encontro Estadual de Educadores Sobre Economia Solidária que ocorrerá nos dias 17 e 18 de novembro na cidade de Camaragibe. Foi também lançada a proposta da criação de um GT de Comercialização que fará duas reuniões (13/11 artesanato e no dia 20/11 alimentação, na Escola Municipal Oswaldo Benicio às 9 horas) onde será lançada posteriormente a proposta da criação da Feira de Economia Solidária de São Joaquim do Monte.

Selo - Como Identificar O Produto Orgânico no Mercado.




Fonte: Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento.

Para facilitar a identificação e dar mais garantia de qualidade dos produtos orgânicos, a legislação brasileira criou o Sistema Brasileiro de Avaliação da Conformidade Orgânica (SISORG) No qual o Ministério da Agricultura passou a ser responsável por credenciar e fiscalizar as entidades que fazem a verificação se os produtos orgânicos que vão para o mercado estão de acordo com as normas oficiais.
Os produtos orgânicos que são acompanhados e aprovados por essas entidades credenciadas passam a utilizar o “Selo do SISORG”, que foi criado para facilitar a identificação dos produtos orgânicos no mercado.
Este selo já começa a ser usado este ano e, a partir de 2011, só poderão ir ao mercado os produtos orgânicos que estiverem com o selo, o que indica que sua produção está sendo acompanhada por uma entidade credenciada pelo Ministério doa Agricultura.
Outra maneira para o consumidor ter a garantia que o produtor é orgânico será conferido se o seu nome está incluído no Cadastro Nacional de Produtores Orgânicos, que estará disponível na página do Ministério da Agricultura, na internet.

Os Produtos Orgânicos Na Venda Direta Sem Certificação.

As feiras e pequenos mercados de produtores orgânicos são, cada vez mais, ótimas opções para coce comprar diversos produtos orgânicos, fresquinhos e diretamente do agricultor.
A legislação brasileira reconhece a importância dos laços de confiança estabelecidos diretamente entre produtores e consumidores no sistema de venda direta (sem intermediários). Esse tipo de mercado tem crescido com a ampliação do numero de feiras orgânicas e de produtores que fazem entrega em domicilio.
A partir de 1º de janeiro de 2011 todos os produtores que trabalham com venda direta sem certificação devem possuir a declaração de Cadastro de Produtor Vinculado a Organização de Controle Social (OCS). Esse cadastro é feito junto a superintendência Federal de Agricultura da unidade da federação onde o produtor está sediado e com isto garantimos a também a rastreabilidade desses produtos para os casos em que surjam dúvidas da sua qualidade orgânica.
ATENÇÃO: Nestes casos os produtos não terão o selo do Sistema Brasileiro de Avaliação da Conformidade Orgânica.

Para mais informações:
- Secretaria de Desenvolvimento Agropecuário e Cooperativismo (SDC);
- Departamento de Sistemas de Produção e Sustentabilidade (DEPROS);
-Coordenação de Agroecologia (COAGRE)

Esplanadas dos Ministérios,
Bloco D, 1º andar, sala 152 B
Telefones: (61) 32182413/3277
E-mail: orgânicos@agricultura.gov.br

sexta-feira, 29 de outubro de 2010

domingo, 24 de outubro de 2010

Feminismo, Economia Solidária e Agroecologia é Tema de Seminário em Recife

Fonte: Boletim FBES Nº 83
17 de outubro de 2010

Foi realizado em Recife nos dias 19/20 e21 de outubro o Seminário Feminismo, Economia Solidária e agroecologia. O objetivo do evento foi debater e refletir as conexões existentes entre feminismo, economia solidária e agroecologia. A presença do Fórum Brasileiro de Economia Solidária no evento contribuio para o fortalecimento das mulheres no movimento de economia solidária, que tem presença massiva de mulheres no campo dos empreendimentos, produzindo nas diversas áreas da ecosol. Através de diversas redes de mulheres, o seminário teve como intuito promover o cruzamento de experiências e saberes que abordam os três temas do seminário.

A Rede de Mulheres Produtoras do Nordeste, idealizadora do evento, busca a partir de eventos como este, fortalecer a auto-organização política das mulheres em espaços políticos estratégicos. Mapear as experiências que englobam feminismo, economia solidária e agroecologia, pode trazer ao movimento feminista maior clareza das fortalezas e desafios do movimento de mulheres no contexto sócio-políco e conômico de tempos atuais.

Seminário Discute Desenvolvimento da Zona da Mata de Pernambuco



Fonte: CENTRO SABIÁ- ASSESSORIA DE IMPRENSA - Catarina de Angola -81 3223.7026 / 9661.7405


Encontro discutirá os impactos no meio ambiente causados pelo modelo de desenvolvimento adotado na região. Nele também será apresentado estudo sobre o programa de ATES.

Na próxima terça-feira, dia 26, os problemas e catástrofes ambientais que têm marcado a vida da população da Zona da Mata de Pernambuco serão debatidos no seminário Desenvolvimento e Mudanças Climáticas na Zona da Mata de Pernambuco, que acontecerá a partir das 9h, no auditório da CNBB, no Recife. O encontro é uma realização das organizações Centro Sabiá, Fase Pernambuco e Diaconia, apoiado pela Oxfam, KFW, Projetos Demonstrativos (PDA) e Ministério do Meio Ambiente (MMA). A atividade contará com a presença de organizações governamentais e não governamentais, movimentos sociais, universidades e agricultores e agricultoras de municípios da Zona da Mata Sul de Pernambuco.
O seminário será mais uma oportunidade de discutir os impactos no meio ambiente sofridos pela região, as estratégias de fortalecimento da agricultura familiar agroecológica e o modelo de desenvolvimento que vem sendo adotado na Zona da Mata. O encontro também pretende apontar referenciais e estratégias que devem orientar as ações públicas para o desenvolvimento sustentável da região e do estado de Pernambuco.
Serão discutidos O modelo de Desenvolvimento da Zona da Mata e as Mudanças Climáticas, por Evanildo Barbosa, da FASE Nacional; o Contínuo urbano-rural e implicações para o projeto de desenvolvimento, por Aldo Santos, do Centro Sabiá; e O Urbano e o Rural: Continuidades e descontinuidades na Zona da Mata, pelo professor Jan Bitoun, pesquisador da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE).
No seminário também serão apresentados os resultados do estudo sobre os impactos do Programa de Assistência Técnica, Social e Ambiental à Reforma Agrária (ATES) em cinco assentamentos rurais da Zona da Mata de Pernambuco. O estudo foi realizado pelo Centro Sabiá e pela Fase Pernambuco, entre anos de 2009 e 2010, nos municípios de Ribeirão, Rio Formoso, Tracunhaém, Pombos e Palmares.
O estudo analisou o impacto do programa de ATES no desenvolvimento sustentável dos assentamentos, na adoção de práticas agroecológicas de produção, na preservação da biodiversidade e sua contribuição para a garantia das Áreas de Preservação Permanente – APP’s e de Reserva Legal.

“A ideia de apresentar esse estudo no seminário é pra que a gente possa articular uma reflexão conjunta sobre os resultados. De como o programa tem sido implementado e de como os agricultores e assentados rurais tem se apropriado ou não dos conceitos e da visão que o programa traz, pra mudar sua forma de trabalhar a terra, pra mudar sua forma de lida com o campo e com as atividades rurais”, explica Alexandre Henrique Pires, coordenador das atividades do Centro Sabiá na Zona da Mata.

O que é o ATES – o Programa de Assistência Técnica, Social e Ambiental à Reforma Agrária (ATES) tem o objetivo de assessorar técnica, social e ambientalmente famílias assentadas da reforma agrária. O recurso financeiro do programa é disponibilizado pelo Ministério de Desenvolvimento Agrário (MDA), do governo federal, e coordenado pela superintendência regional do Instituo Nacional de Colonização e Reforma Agrária (INCRA). O ATES é executado por empresas de assessoria técnica ou cooperativas prestadoras de serviços técnicos ligadas aos movimentos sociais.

Serviço:
O que: Seminário Desenvolvimento e Mudanças Climáticas na Zona da Mata de Pernambuco
Quando: Terça-feira, 26 de outubro, a partir das 9h.
Onde: CNBB - Rua Dom Bosco, 908, Boa Vista, Recife/PE

Outras informações:
Alexandre Henrique Pires – coordenador das atividades na Zona da Mata /Centro Sabiá
Fone: (81) 9615.1903

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O Analfabeto Politico.

O Analfabeto Politico.
O pior analfabeto é o analfabeto político. Ele não ouve, não fala, nem participa dos acontecimentos políticos. Ele não sabe o custo de vida, o preço do feijão, do peixe, da farinha, do aluguel, do sapato e do remédio dependem das decisões políticas. O analfabeto político é tão burro que se orgulha e estufa o peito dizendo que odeia a política. Não sabe o imbecil que, da sua ignorância política, nasce a prostituta, o menor abandonado, e o pior de todos os bandidos, que é o político vigarista, pilantra, corrupto e lacaio das empresas nacionais e multinacionais. Bertold Brecht

RADIO ARTANA -Bom gosto e qualidade.